by Inês Cozzo Olivares
Alguns sabem, outros saberão agora. Eu estive uma semana em Portugal. Foi pra mim o início de um novo ciclo - fiz aniversário dia 30 passado.
Alguns sabem, outros saberão agora. Quando dou aulas ou palestras, quando escrevo livros ou estes boletins, quando conduzo reuniões ou processos de coaching, ou qualquer coisa que eu faça no meu trabalho, quem aparece é a consultora - e ela tem cara de consultora, mas quem "pilota" a consultora é uma adolescente de 17 anos profundamente apaixonada pelo que faz! Eu espero muito que isso apareça na forma como faço tudo que faço. Nesse sentido, há uma congruência permanente em mim. Continue lendo e você verá onde quero chegar.
Fui para Portugal principalmente para o que chamarei de um retiro que era pra ser de uma forma, mas foi de outra, não menos importante que aquela que idealizei, e que me traz até aqui com uma inquieta-ação pra compartilhar com você que lê as coisas que escrevo. Desejo muito suas considerações, opiniões, palpites, sugestões ou, simplesmente, suas próprias inquietAções. Fique mais que a vontade pra enviá-las por esta mesma via.
Estive e estou pensando... Existe um Amor que se constrói com o tempo. Ele tende a ser sereno, amigo, seguro, tranquilo. A gente até o chama o tempo todo de porto seguro. Quando estamos carentes, ele nos aplaca a solidão e minimiza a angústia, a tristeza ou qualquer outro sentimento ou emoção que chamamos "negativo(a)". E isso é bom. Nos faz bem. Mas, como disse John A. Shaedd: "Um barco está seguro num porto, mas os barcos não são construídos para isso."
Existe também um outro tipo de Amor. É o amor-paixão. Ele é incendiário, espontâneo, nasce sem que a gente faça absolutamente nada pra que ele se manifeste. A gente apenas vê o outro, ouve a voz dele(a) e o corpo muda, por dentro e por fora... A Alma grita "- Eu quero! Eu preciso!" Aliás, na maioria das vezes, a gente até tem que fazer um esforço tremendo pra disfarçar, mas ele é poderoso e escapa. Não raro, quem chega perto também pega fogo. É adrenalina no sangue, coração batendo rápido, pulsação à mil por hora, respiração que ora acelara ora fica suspensa. A ansiedade pela chegada daquele e-mail, dele(a) estar no MSN na hora em que você se conecta, de vê-lo(a) chegando de surpresa, de conseguir um toque, um beijo, um tempo junto roubado, sabe Deus de quem ou do quê... Me entende? Sabe como é? Pois é. Todo mundo já viveu um amor assim. De perder o juízo e o bom-senso. Hummm... retificando, eu desejo do fundo do meu coração que todo mundo já tenha vivido um amor assim porque ele nos faz sentir absolutamente vivos! Como disse Adriana Falcão com uma precisão incrível "Paixão é quando, apesar da placa "PERIGO" o desejo vai e entra." É o barco na aventura do alto-mar, enfrentando tempestades e ventos loucos pra descobrir novos horizontes, pra conhecer outros continentes, enfim, pra evoluir, pra crescer, pra dar sentido à vida. É pra isso que os barcos foram feitos. Pra navegar.
Não quero comparar os dois tipos de amor no sentido de qual é o "bom" ou o "certo" nem nada parecido. Quero refletir sobre o que a gente escolhe na vida e fazer uma comparação, aí sim, entre esses dois tipos de amor na vida pessoal e na vida profissional.
Eu conheço um monte de gente, bem mais do que eu gostaria, que num momento de fragilidade, de carência, encontraram um(a) amigo(a) (quase sempre na mesma situação) e decidiram construir uma vida juntos e isso os salvou de naufragar. Vai correr tudo bem, pelo que sei, desde que o amor-paixão nunca apareça ou, pior, REapareça, porque os que reaparecem costumam vir com a força de anos represados. E, aí, a alma vai cobrar. Vai perguntar o que você tá fazendo com a sua vida. Vai dizer que é um barco e que não foi feita pra ficar no porto. Vai te obrigar a fazer coisas das quais você vai se envergonhar porque sabe que não são éticas, mas são muito mais fortes que você. Vai te cutucar até você atravessar oceanos e continentes pra se sentir viva(o), pra SER.
Uma vez, um amigo do Tuim (meu marido) chamado Luiz Carlos Teixeira de Freitas, no lançamento de seu livro "Por que fazer terapia?" escreveu na dedicatória algo parecido com ajudar as pessoas a encontrarem formas mais felizes de ser e estar. Isso me impactou profundamente. Daí, eu vi num documentário que, na cultura indígena, eles escolhem quando partir desta vida, voluntariamente. Assim de simples! Eles avisam à tribo que partirão naquela noite, despedem-se, deitam-se e pronto. Eu juntei tudo isso dentro de mim, acrescentando o fato de que meu próprio ideal de fim de vida é que quero que a morte me encontre vendo a expressão de surpresa no rosto do meu companheiro de toda uma vida, flagrados em pleno ato de amor, aos 90 anos de idade! Então, saberei que vivi intensamente. Mais feliz ainda ficarei, se mais nada ela puder me tirar senão a vida em si. Somando isso tudo, minha missão com meu trabalho, e com tudo que realizo nesta vida, ficou assim: Ajudar as pessoas a encontrarem formas de ser e estar mais felizes na vida, até um dia deixarem de ser e estar, voluntariamente e sem arrependimentos. Essa missão eu pratico diuturnamente na busca de uma visão como a do Fábio Brotto : "Um mundo onde TODOS possam Ven-Ser". Um vir a ser com sabor de sucesso! Não esse sucesso estilizado que a mídia vende mas aquele que nosso coração SABE que é!
Agora chego ao meu ponto neste texto específico. Me dói assistir à um mundo onde as pessoas, a grande e esmagadora maioria das pessoas, está num "emprego", num porto seguro, com medo, rotinizadas, automatizadas, vivendo uma vida de plástico, por um salário no final do mês, à espera de que um milagre aconteça e elas comecem a viver de verdade. Com paixão! Algumas delas sequer sabem o que é que as apaixona. Não têm bússola. Navegam à esmo. Estão perdidas e profundamente infelizes; aí acham que a culpa de sua infelicidade é seu trabalho, seu casamento porto-seguro rotinizado, mantido no piloto automático à là Chico Buarque "todo dia ela faz tudo sempre igual...". Não é. Isso tudo é reflexo, é consequência. Sua infelicidade está aí por causa do seu medo. Viver com medo é viver pela metade e quem tem medo de viver já morreu e nem sabe disso!
Sabe o que é que faz com que virar a noite "trabalhando" não signifique absolutamente trabalho? A paixão pelo que se faz! Quem não tem paixão pelo que faz, vê gente completamente apaixonada, como eu, não separando vida pessoal de vida profissional e acredita que isso é doença. Nos chamam de workaholics. Atenção! Não nego que isso exista. A fuga de uma vida vazia pelo trabalho compulsivo, obsessivo existe, claro que existe, mas não se pode colocar todo mundo na mesma categoria de doença, só porque que vê em tudo uma ligação com aquilo que faz profissionalmente. Não é verdade.
Eu amo o que faço e tudo que me cerca me leva a conhecer melhor e a fazer melhor o que faço. Eu largo o computador, o celular, a agenda, na hora que eu quiser pra ver Harry Potter (adoooro) no cinema! Ou uma boa comédia romântica (adooooro!) no DVD ou na TV. Eu vi filmes deliciosos nos vôos de ida e volta pra Portugal. Assista "A proposta", "17 outra vez" e "Nova na cidade". Eu te desafio a não se identificar com alguma coisa nos personagens desses filmes. Eu encontrei centenas de links entre eles, minha própria vida e meu trabalho no sentido de facilitar a aquisição de consciência pelas pessoas que estão sem bússolas! Mas, nem por isso deixei de me divertir imensamente mergulhada na história do filme! Eu também te desafio a não rir muito com "A proposta".
Eu passeio muito. E onde quer que eu esteja, no cinema, no sofá de casa, no México, em Cuba, no Chile, nos EUA, em Portugal, na casa dos meus pais ou dos meus amigos... Vejo a vida se manifestando de formas diferentes e é com a vida que eu trabalho. É pela vida que me apaixono. E quando eu me apaixono faço papel de boba e não me importo com isso. Prefiro esse papel ao de arrependida. Que a morte não possa nunca me tirar o fato de que vive aquilo em que eu acreditava da forma como acreditava! Eu também mudo de idéia, mudo minhas crenças. Como Juscelino kubitschek, não tenho nenhum compromisso com o erro!
Sinto que isso não acaba se eu não decidir parar de escrever, mas o principal já foi dito. Só falta você se perguntar se seu barco está apenas parado no porto, isolado ou se isolando gradativamente dos outros barcos, comendo, bebendo, dormindo e "trabalhando" pra pagar as contas do fim do mês ou se você tem permitido que ele navegue porque foi pra isso que ele foi construído. Já disse o poeta: Navegar é preciso, viver (esse tipo de vida) não é preciso.
Só mais uma coisa. Se você já sabe o que é que faz seu coração acelerar e o sangue correr mais rápido nas veias, tá esperando o quê?
Inês Cozzo Olivares
São Paulo, 05 de agosto de 2009
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domingo, 20 de setembro de 2009
Sobre Amor-Paixão e Amor-Amizade
Quando a gente está triste
Quando eu estou triste, procuro coisas alegres e felizes. Ver um filme alto-astral várias vezes é uma delas. Faço isso, por exemplo com Escrito nas estrelas (Serendipity), A felicidade não se compra (Wonderful Life) -- esse, então, uso como remédio mesmo. Pra aumentar a auto-estima -- e A noviça rebelde (The sound of music) com a Julie Andrews. Como eu amo esse filme! Sei todas as músicas dele de cor... ação... Como diz uma de suas canções, "These are a few of my favorite things" -- com imagens e a letra pra você treinar seu inglês (Estas são algumas das minhas coisas favoritas - em karaokê pra você cantar)
When I'm feeling sad, (Quando estou me sentindo triste)
I simply remember (eu simplesmente recordo)
my favorite things (minhas coisas favoritas)
and then I don't feeel so bad! (e, então, não me sinto tão mal)
Agora, sabem quando a gente está só meio triste? Ainda não é um triste inteiro, entende? É só uma pontinha, um comecinho, de tristeza. Sabem que "pegar" a tristeza quando ela ainda é "filhotinha" é bem mais fácil, né? Pode ser por sensação de abandono que é quando a jangada parte e você fica, como diz a Adriana Falcão. Ou como quando você está sofrendo com a ausência de alguém. Aliás, curioso como a ausência é mesmo uma falta que fica muito, muito presente... Parece aquela brincadeira de perguntar se tá doido o mundo. Tudo junto se escrever separado e separado se escrever tudo junto... Dãããã...
O fato é que, quando é só um comecinho ou uma pontinha de tristeza, aí também não se precisa ver um filme inteiro. Às vezes nem dá. No trabalho, por exemplo, não dá. Para casos assim, eu vejo esse vídeo do YouTube.
Aconteceu em Antuérpia, Bélgica, na estação central de trem, onde, numa manhã de segunda-feira, sem qualquer advertência aos passageiros que passavam pela estação -- passageiros que passavam... humpf! -- às vezes eu redundo mesmo... e você?, bem, o fato é que a voz de Julie Andrews soou nos alto-falantes e aí...
Reparem nos olhares perplexos das pessoas que estavam ali naquele momento mágico. Os sorrisos. Os passinhos tímidos de dança.
Foram 200 dançarinos e 4 semanas de ensaio e o resultado ficou surpreendente.
Assistam imaginando que os dançarinos são mesmo pessoas "comuns" (isso existe?), pessoas que estavam na estação e simplesmente se deixaram levar pela leveza, pela beleza e pela felicidade contidas na música. Apenas imagine que todas as pessoas no mundo se deixassem levar assim, vez ou outra. Nem precisaria ser sempre. Menos lágrimas nos escapariam... Ando lendo muito a Adriana Falcão ultimamente como você já deve ter notado (rs) -- comecei com "Mania de explicação" e não parei mais -- e ela tem razão, "lágrima é um sumo que sai dos olhos quando se espreme um coração." O meu anda meio espremido ultimamente, então, preciso muito das minhas coisas favoritas. Esse vídeo, é uma delas.
Mas, se o que aconteceu nesse vídeo, acontecesse mais vezes e com todo mundo, desconfio que a gente sorriria mais...
De presente, a letra e a tradução da mais famosa música de "A noviça rebelde". Experimentem cantar junto. É uma delícia! E "pega o bichinho" da tristeza ainda filhotinho e o ensina a se transformar em reflexão... sem dor... Tenta?
DO, RE, MI
Let's start at the very beginning (Vamos começar bem do comecinho)
A very good place to start (um ótimo lugar pra começar)
When you read you begin with A-B-C (Quando lê, você começa com ABC)
When you sing you begin with do-re-mi (Quando você canta, você começa com Dó - ré - mi)
Do-re-mi, do-re-mi
The first three notes just happen to be (as primeiras 3 notas que aparecem)
Do-re-mi, do-re-mi
Maria:
Do-re-mi-fa-so-la-ti
spoken Let's see if I can make it easy (Deixe-me ver se consigo tornar isso mais fácil)
Doe, a deer, a female deer ( Corça*, um cervo, um cervo feminino )
*(há uma analogia fonética entre doe e dó, sendo doe = corça)
Ray, a drop of golden sun (Raio*, uma parte que cai do sol dourado )
*(outra analogia fonética, agora entre ray e ré)
Me, a name I call myself (Mim, um nome que eu chamo a mim mesmo )
*(mais no sentido de "eu" e uma analogia fonética entre me e mi)
Far, a long, long way to run (longe, um lugar longo, longo a percorrer)
Sew, a needle pulling thread (Costura, uma agulha puxando a linha)
La, a note to follow Sew (Lá, uma nota depois de Sol)
Tea, a drink with jam and bread (chá, uma bebida com geléia e pão)
That will bring us back to Do (oh-oh-oh) E isso nos trás de volta ao Dó
Maria and Children:
(Repeat above verse twice)
Maria:
Do-re-mi-fa-so-la-ti-do
So-do!
Maria:(spoken)
Now children, do-re-mi-fa-so and so on (Agora crianças, dó-ré-mi-fá-sol e assim por diante)
are only the tools we use to build a song. (São apenas ferramentas que usamos para construir uma canção)
Once you have these notes in your heads, (Uma vez que vocês tenham essas notas nas suas cabeças,)
you can sing a million different tunes by mixing them up. (vocês podem cantar um milhão de melodias diferentes como Por uma mistura delas.)
Like this. (como isto)
So Do La Fa Mi Do Re
spoken Can you do that? (vocês conseguem fazer isso?)
Children:
So Do La Fa Mi Do Re
Maria:
So Do La Ti Do Re Do
Children:
So Do La Ti Do Re Do
Maria:
spoken Now, put it all together. (Agora, coloque tudo isso junto)
Maria and Children:
So Do La Fa Mi Do Re, So Do La Ti Do Re Do
Maria:
spoken Good! (Ótimo!)
Brigitta:
spoken But it doesn't mean anything. (Mas isso não significa nada)
Maria:
spoken So we put in words. One word for every note. Like this. (Então, nós colocamos em palavras. Uma palavra para cada nota)
When you know the notes to sing (Quando você sabe as notas para cantar)
You can sing most anything (Você pode cantar qualquer coisa)
spoken Together! (Juntos!)
Maria and Children:
When you know the notes to sing
You can sing most anything
Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name I call myself
Far, a long, long way to run
Sew, a needle pulling thread
La, a note to follow Sew
Tea, a drink with jam and bread
That will bring us back to Do
Do Re Mi Fa So La Ti Do
Do Ti La So Fa Mi Re
Children:
Do Mi Mi
Mi So So
Re Fa Fa
La Ti Ti
(Repeat above verse 4x as Maria sings)
Maria:
When you know the notes to sing
You can sing most anything
Maria and Children:
Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name I call myself
Far, a long, long way to run
Sew, a needle pulling thread
La, a note to follow Sew
Tea, a drink with jam and bread
That will bring us back to
Maria:
Children:
Do . . . So Do
Re . . . La Fa
Mi . . . Mi Do
Fa . . . Re
So . . . So Do
La . . . La Fa
Ti . . . La So Fa Mi Re
Ti Do - oh - oh Ti Do -- So Do
Se você gostou da "brincadeira", esperimente esta outra canção do mesmo filme
The Lonely Goatherd
Maria:
High on a hill was a lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Loud was the voice of the lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Folks in a town that was quite remote heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Lusty and clear from the goatherd's throat heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
the Children:
O ho lay dee odl lee o, o ho lay dee odl ay
O ho lay dee odl lee o, lay dee odl lee o lay
Maria:
A prince on the bridge of a castle moat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Kurt:
Men on a road with a load to tote heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
the Children:
Men in the midst of a table d'hote heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Maria:
Men drinking beer with the foam afloat heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
One little girl in a pale pink coat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Brigitta:
She yodeled back to the lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria:
Soon her Mama with a gleaming gloat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
What a duet for a girl and goatherd
Maria and the Children:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Ummm (ummm) . . .
Odl lay ee (odl lay ee)
Odl lay hee hee (odl lay hee hee)
Odl lay ee . . .
. . . yodeling . . .
Child:
One little girl in a pale pink coat heard
Maria:
Lay ee odl lay ee odl lay hoo hoo
Child:
She yodeled back to the lonely goatherd
Maria:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria:
Soon her Mama with a gleaming gloat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hmm hmm
What a duet for a girl and goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Happy are they lay dee olay dee lee o . . .
. . . yodeling . . .
Soon the duet will become a trio
Maria:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Odl lay ee, old lay ee
Odl lay hee hee, odl lay ee
Odl lay odl lay, odl lay odl lee, odl lay odl lee
Odl lay odl lay odl lay
the Children:
HOO!
http://jogoscooperativosefe.ning.com/profiles/blogs/quando-a-gente-esta-triste
When I'm feeling sad, (Quando estou me sentindo triste)
I simply remember (eu simplesmente recordo)
my favorite things (minhas coisas favoritas)
and then I don't feeel so bad! (e, então, não me sinto tão mal)
Agora, sabem quando a gente está só meio triste? Ainda não é um triste inteiro, entende? É só uma pontinha, um comecinho, de tristeza. Sabem que "pegar" a tristeza quando ela ainda é "filhotinha" é bem mais fácil, né? Pode ser por sensação de abandono que é quando a jangada parte e você fica, como diz a Adriana Falcão. Ou como quando você está sofrendo com a ausência de alguém. Aliás, curioso como a ausência é mesmo uma falta que fica muito, muito presente... Parece aquela brincadeira de perguntar se tá doido o mundo. Tudo junto se escrever separado e separado se escrever tudo junto... Dãããã...
O fato é que, quando é só um comecinho ou uma pontinha de tristeza, aí também não se precisa ver um filme inteiro. Às vezes nem dá. No trabalho, por exemplo, não dá. Para casos assim, eu vejo esse vídeo do YouTube.
Aconteceu em Antuérpia, Bélgica, na estação central de trem, onde, numa manhã de segunda-feira, sem qualquer advertência aos passageiros que passavam pela estação -- passageiros que passavam... humpf! -- às vezes eu redundo mesmo... e você?, bem, o fato é que a voz de Julie Andrews soou nos alto-falantes e aí...
Reparem nos olhares perplexos das pessoas que estavam ali naquele momento mágico. Os sorrisos. Os passinhos tímidos de dança.
Foram 200 dançarinos e 4 semanas de ensaio e o resultado ficou surpreendente.
Assistam imaginando que os dançarinos são mesmo pessoas "comuns" (isso existe?), pessoas que estavam na estação e simplesmente se deixaram levar pela leveza, pela beleza e pela felicidade contidas na música. Apenas imagine que todas as pessoas no mundo se deixassem levar assim, vez ou outra. Nem precisaria ser sempre. Menos lágrimas nos escapariam... Ando lendo muito a Adriana Falcão ultimamente como você já deve ter notado (rs) -- comecei com "Mania de explicação" e não parei mais -- e ela tem razão, "lágrima é um sumo que sai dos olhos quando se espreme um coração." O meu anda meio espremido ultimamente, então, preciso muito das minhas coisas favoritas. Esse vídeo, é uma delas.
Mas, se o que aconteceu nesse vídeo, acontecesse mais vezes e com todo mundo, desconfio que a gente sorriria mais...
De presente, a letra e a tradução da mais famosa música de "A noviça rebelde". Experimentem cantar junto. É uma delícia! E "pega o bichinho" da tristeza ainda filhotinho e o ensina a se transformar em reflexão... sem dor... Tenta?
DO, RE, MI
Let's start at the very beginning (Vamos começar bem do comecinho)
A very good place to start (um ótimo lugar pra começar)
When you read you begin with A-B-C (Quando lê, você começa com ABC)
When you sing you begin with do-re-mi (Quando você canta, você começa com Dó - ré - mi)
Do-re-mi, do-re-mi
The first three notes just happen to be (as primeiras 3 notas que aparecem)
Do-re-mi, do-re-mi
Maria:
Do-re-mi-fa-so-la-ti
spoken Let's see if I can make it easy (Deixe-me ver se consigo tornar isso mais fácil)
Doe, a deer, a female deer ( Corça*, um cervo, um cervo feminino )
*(há uma analogia fonética entre doe e dó, sendo doe = corça)
Ray, a drop of golden sun (Raio*, uma parte que cai do sol dourado )
*(outra analogia fonética, agora entre ray e ré)
Me, a name I call myself (Mim, um nome que eu chamo a mim mesmo )
*(mais no sentido de "eu" e uma analogia fonética entre me e mi)
Far, a long, long way to run (longe, um lugar longo, longo a percorrer)
Sew, a needle pulling thread (Costura, uma agulha puxando a linha)
La, a note to follow Sew (Lá, uma nota depois de Sol)
Tea, a drink with jam and bread (chá, uma bebida com geléia e pão)
That will bring us back to Do (oh-oh-oh) E isso nos trás de volta ao Dó
Maria and Children:
(Repeat above verse twice)
Maria:
Do-re-mi-fa-so-la-ti-do
So-do!
Maria:(spoken)
Now children, do-re-mi-fa-so and so on (Agora crianças, dó-ré-mi-fá-sol e assim por diante)
are only the tools we use to build a song. (São apenas ferramentas que usamos para construir uma canção)
Once you have these notes in your heads, (Uma vez que vocês tenham essas notas nas suas cabeças,)
you can sing a million different tunes by mixing them up. (vocês podem cantar um milhão de melodias diferentes como Por uma mistura delas.)
Like this. (como isto)
So Do La Fa Mi Do Re
spoken Can you do that? (vocês conseguem fazer isso?)
Children:
So Do La Fa Mi Do Re
Maria:
So Do La Ti Do Re Do
Children:
So Do La Ti Do Re Do
Maria:
spoken Now, put it all together. (Agora, coloque tudo isso junto)
Maria and Children:
So Do La Fa Mi Do Re, So Do La Ti Do Re Do
Maria:
spoken Good! (Ótimo!)
Brigitta:
spoken But it doesn't mean anything. (Mas isso não significa nada)
Maria:
spoken So we put in words. One word for every note. Like this. (Então, nós colocamos em palavras. Uma palavra para cada nota)
When you know the notes to sing (Quando você sabe as notas para cantar)
You can sing most anything (Você pode cantar qualquer coisa)
spoken Together! (Juntos!)
Maria and Children:
When you know the notes to sing
You can sing most anything
Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name I call myself
Far, a long, long way to run
Sew, a needle pulling thread
La, a note to follow Sew
Tea, a drink with jam and bread
That will bring us back to Do
Do Re Mi Fa So La Ti Do
Do Ti La So Fa Mi Re
Children:
Do Mi Mi
Mi So So
Re Fa Fa
La Ti Ti
(Repeat above verse 4x as Maria sings)
Maria:
When you know the notes to sing
You can sing most anything
Maria and Children:
Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name I call myself
Far, a long, long way to run
Sew, a needle pulling thread
La, a note to follow Sew
Tea, a drink with jam and bread
That will bring us back to
Maria:
Children:
Do . . . So Do
Re . . . La Fa
Mi . . . Mi Do
Fa . . . Re
So . . . So Do
La . . . La Fa
Ti . . . La So Fa Mi Re
Ti Do - oh - oh Ti Do -- So Do
Se você gostou da "brincadeira", esperimente esta outra canção do mesmo filme
The Lonely Goatherd
Maria:
High on a hill was a lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Loud was the voice of the lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Folks in a town that was quite remote heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Lusty and clear from the goatherd's throat heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
the Children:
O ho lay dee odl lee o, o ho lay dee odl ay
O ho lay dee odl lee o, lay dee odl lee o lay
Maria:
A prince on the bridge of a castle moat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Kurt:
Men on a road with a load to tote heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
the Children:
Men in the midst of a table d'hote heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Maria:
Men drinking beer with the foam afloat heard
Lay ee odl lay ee odl-oo
One little girl in a pale pink coat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
Brigitta:
She yodeled back to the lonely goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria:
Soon her Mama with a gleaming gloat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hee hoo
What a duet for a girl and goatherd
Maria and the Children:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Ummm (ummm) . . .
Odl lay ee (odl lay ee)
Odl lay hee hee (odl lay hee hee)
Odl lay ee . . .
. . . yodeling . . .
Child:
One little girl in a pale pink coat heard
Maria:
Lay ee odl lay ee odl lay hoo hoo
Child:
She yodeled back to the lonely goatherd
Maria:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria:
Soon her Mama with a gleaming gloat heard
Lay ee odl lay ee odl lay hmm hmm
What a duet for a girl and goatherd
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Happy are they lay dee olay dee lee o . . .
. . . yodeling . . .
Soon the duet will become a trio
Maria:
Lay ee odl lay ee odl-oo
Maria and the Children:
Odl lay ee, old lay ee
Odl lay hee hee, odl lay ee
Odl lay odl lay, odl lay odl lee, odl lay odl lee
Odl lay odl lay odl lay
the Children:
HOO!
http://jogoscooperativosefe.ning.com/profiles/blogs/quando-a-gente-esta-triste
Camelos ou metáfora sobre o poder de uns sobre outros
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
Bebê: Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
Mãe: Claro! O que está incomodando o meu filhote?
Bebê: Por que nós, camelos, temos corcova?
Mãe: Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto. Precisamos das corcovas para reservar água.
Bebê: Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
Mãe: Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!
Bebê: Entendo... E, por que nossos cílios são tão longos?
Mãe: Eles são longos e grossos para servirem como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto.
Bebê: Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto,as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então, o que é que nós estamos fazendo aqui no Zoológico?
Moral da história para consultores:
"Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo"
Moral da história para ambientalistas:
"Porque nós humanos sempre achamos que somos superiores e que a natureza nos deve obediência?"
Bebê: Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
Mãe: Claro! O que está incomodando o meu filhote?
Bebê: Por que nós, camelos, temos corcova?
Mãe: Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto. Precisamos das corcovas para reservar água.
Bebê: Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
Mãe: Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!
Bebê: Entendo... E, por que nossos cílios são tão longos?
Mãe: Eles são longos e grossos para servirem como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto.
Bebê: Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto,as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então, o que é que nós estamos fazendo aqui no Zoológico?
Moral da história para consultores:
"Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo"
Moral da história para ambientalistas:
"Porque nós humanos sempre achamos que somos superiores e que a natureza nos deve obediência?"
Era uma vez...
"Era uma vez..." que modo mais encantador de se começar uma história. Nem conta quando aconteceu. A gente tem que ler pra descobrir. Ou imaginar... O que é melhor ainda! Adoro imaginar...
Todo mundo tem uma porção de "era uma vez...". Todo mundo. Sem exceção. Eu me pergunto se todo mundo percebe isso. E, se percebe, será que dá o devido valor?
Me pergunto essa coisas, por acreditar que somos pessoas feitas de histórias. O Homem é um animal histórico. O único, até onde se sabe, que sabe de onde vem (crianças sempre querem saber sobre isso, já notaram?), onde está e pra onde vai, isto é, o único, até onde se sabe, que sabe que vai "morrer" um dia.
E o Homem é um animal que não gosta muito da idéia de morrer. Acho que é porque a maioria acredita que vai deixar de existir. E como animais históricos que somos, a maioria de nós não gosta da idéia de deixar de existir. Pelo menos, não sem fazer alguma diferença pra alguém.
Nem vou me meter em questões últimas. Alguns acham que morre, outros que acaba, transcende, volta, fica por lá mesmo... Nunca valeu a pena pra mim, me meter nesse tipo de debate que envolve questões finais, sabem? Então, apenas respeito.
Mas que não gosta, não gosta. Querem ver?
Outro dia, ouvi em algum lugar uma história de uma criança perguntando ao pai:
- "Mas pai, quando você morrer, quem vai cuidar de mim?"
E o pai, "educando" o filho:
_ "Não filhinho. Não é quando. É "Se". Se o papai morrer..."
Bem, lamento informar, mas a morte não é uma questão hipotética. É, decididamente, uma questão cronológica. Logo, não é "se" é "quando" mesmo.
Tem uma coisa que me interessa muito nisso de "era uma vez" somado ao fato de sermos animais históricos.
Como eu dizia, a gente quer fazer diferença. Deixar alguma coisa aqui depois que se transformar em outra que não seja mais Humano ou Humana, conforme cada crença que, já combinamos, não vem ao caso agora.
Para a maioria de nós, o que deixamos como continuidade são nossos filhos. Eles escrevem suas histórias a partir das nossas. Sempre me pergunto se as crianças estão ouvindo as "más" histórias -- seu pai fez isso, seu tio foi aquilo, sua avó era aquilo outro... e uma coisa negativa na sequência -- ou se as "boas" histórias, aquelas que ajudam a construir o caráter. Você puxou a inteligência do seu pai, a bondade da sua mãe, o senso de humor do seu tio, a gentileza da sua avó... Tomara que sejam estas. Tomara!
Sabiam que, na antiguidade, o pior castigo não era a morte? Era o banimento da tribo. Nunca mais seu nome poderia ser, sequer mencionado. Pior que deixar de existir, é nunca ter existido.
Tem até coisa pior que é ter existido pra alguém e ser esquecido. Nossa isso dói muito!
O Fábio Jr. tem uma música sobre as coisas que nunca aconteceram e como elas doem... Sobre nossos "Era uma vez..." que não tiveram um "E viveram felizes para sempre...". Chama-se CHORO. Ele fala de uma relação que deixou de existir quando ainda tinha muita história, muitas possibilidades, muitos "Era uma vez..." potenciais. São só estas que doem. As que ainda prometiam... Por tudo que eu sei, elas cobram com uma força lascada anos depois... Melhor escrever histórias com começo, meio e The end.
Mas, nós queremos fazer história. De uma forma ou de outra. E da melhor forma possível, inclusive. Não conheço ninguém que não se importe, de verdade, com o que falam sobre seu caráter, ou personalidade. Da boca pra fora, tem sim. Pra valer, tem não.
- "Falaram de mim, é? O quê?" Com um ar assim, quase, quase, desinteressado. Como mulher que passa o dia inteiro se arrumando pra parecer que já saiu da cama daquele jeito. Displicentemente elegante. Básico.
Acho que é isso, nós, animais históricos, precisamos nos unir se queremos fazer história. Se queremos fazer diferença no mundo!
Como disse Hélio Ribeiro no seu livro "O poder da mensagem" que marcou minha pré-adolescência:
"Inteligentes do mundo, uni-vos. Que os imbecis já estão"
Inês Cozzo Olivares
http://jogoscooperativosefe.ning.com/profiles/blogs/era-uma-vez
Todo mundo tem uma porção de "era uma vez...". Todo mundo. Sem exceção. Eu me pergunto se todo mundo percebe isso. E, se percebe, será que dá o devido valor?
Me pergunto essa coisas, por acreditar que somos pessoas feitas de histórias. O Homem é um animal histórico. O único, até onde se sabe, que sabe de onde vem (crianças sempre querem saber sobre isso, já notaram?), onde está e pra onde vai, isto é, o único, até onde se sabe, que sabe que vai "morrer" um dia.
E o Homem é um animal que não gosta muito da idéia de morrer. Acho que é porque a maioria acredita que vai deixar de existir. E como animais históricos que somos, a maioria de nós não gosta da idéia de deixar de existir. Pelo menos, não sem fazer alguma diferença pra alguém.
Nem vou me meter em questões últimas. Alguns acham que morre, outros que acaba, transcende, volta, fica por lá mesmo... Nunca valeu a pena pra mim, me meter nesse tipo de debate que envolve questões finais, sabem? Então, apenas respeito.
Mas que não gosta, não gosta. Querem ver?
Outro dia, ouvi em algum lugar uma história de uma criança perguntando ao pai:
- "Mas pai, quando você morrer, quem vai cuidar de mim?"
E o pai, "educando" o filho:
_ "Não filhinho. Não é quando. É "Se". Se o papai morrer..."
Bem, lamento informar, mas a morte não é uma questão hipotética. É, decididamente, uma questão cronológica. Logo, não é "se" é "quando" mesmo.
Tem uma coisa que me interessa muito nisso de "era uma vez" somado ao fato de sermos animais históricos.
Como eu dizia, a gente quer fazer diferença. Deixar alguma coisa aqui depois que se transformar em outra que não seja mais Humano ou Humana, conforme cada crença que, já combinamos, não vem ao caso agora.
Para a maioria de nós, o que deixamos como continuidade são nossos filhos. Eles escrevem suas histórias a partir das nossas. Sempre me pergunto se as crianças estão ouvindo as "más" histórias -- seu pai fez isso, seu tio foi aquilo, sua avó era aquilo outro... e uma coisa negativa na sequência -- ou se as "boas" histórias, aquelas que ajudam a construir o caráter. Você puxou a inteligência do seu pai, a bondade da sua mãe, o senso de humor do seu tio, a gentileza da sua avó... Tomara que sejam estas. Tomara!
Sabiam que, na antiguidade, o pior castigo não era a morte? Era o banimento da tribo. Nunca mais seu nome poderia ser, sequer mencionado. Pior que deixar de existir, é nunca ter existido.
Tem até coisa pior que é ter existido pra alguém e ser esquecido. Nossa isso dói muito!
O Fábio Jr. tem uma música sobre as coisas que nunca aconteceram e como elas doem... Sobre nossos "Era uma vez..." que não tiveram um "E viveram felizes para sempre...". Chama-se CHORO. Ele fala de uma relação que deixou de existir quando ainda tinha muita história, muitas possibilidades, muitos "Era uma vez..." potenciais. São só estas que doem. As que ainda prometiam... Por tudo que eu sei, elas cobram com uma força lascada anos depois... Melhor escrever histórias com começo, meio e The end.
Mas, nós queremos fazer história. De uma forma ou de outra. E da melhor forma possível, inclusive. Não conheço ninguém que não se importe, de verdade, com o que falam sobre seu caráter, ou personalidade. Da boca pra fora, tem sim. Pra valer, tem não.
- "Falaram de mim, é? O quê?" Com um ar assim, quase, quase, desinteressado. Como mulher que passa o dia inteiro se arrumando pra parecer que já saiu da cama daquele jeito. Displicentemente elegante. Básico.
Acho que é isso, nós, animais históricos, precisamos nos unir se queremos fazer história. Se queremos fazer diferença no mundo!
Como disse Hélio Ribeiro no seu livro "O poder da mensagem" que marcou minha pré-adolescência:
"Inteligentes do mundo, uni-vos. Que os imbecis já estão"
Inês Cozzo Olivares
http://jogoscooperativosefe.ning.com/profiles/blogs/era-uma-vez
Uma bela campanha publicitária...
Campanha publicitária do Citibank espalhada pelas cidades através de Outdoors:
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo/pai/mãe/filho/
/filha/namorada/namorado/marido/esposa/irmão/irmã... etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo/pai/mãe/filho/
/filha/namorada/namorado/marido/esposa/irmão/irmã... etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
Café da manhã ou cooperação a dois
Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Hoje vou me permitir satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também entre pais e filhos, entre amigos e mesmo entre colegas de trabalho.
As relações humanas seriam melhores se entendêssemos isto.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Hoje vou me permitir satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também entre pais e filhos, entre amigos e mesmo entre colegas de trabalho.
As relações humanas seriam melhores se entendêssemos isto.
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