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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Autoconhecimento no trabalho em equipe

Conhecer a si mesmo pode melhorar os relacionamentos dentro da empresa
13/10/2011 09:18
 Autor: Daniel Maldaner
 
Qual a importância do autoconhecimento para o trabalho em equipe? O que mais vemos nas organizações são comportamentos que sinalizam uma grande dificuldade de lidar com as diferenças humanas: comportamentos que demonstram irritação quando opiniões divergentes estão colocadas em discussão. Rigidez em um posicionamento, comportamentos de defesa e de ataque, interesses individuais sendo defendidos e influenciando decisões coletivas sinalizam a dificuldade das pessoas em trabalhar em equipe, ficando mais critico quando as pessoas não conseguem perceber que agem de tal maneira, reagindo a situações de forma automática.
 
O que eu vejo nas outras pessoas que me incomoda? O que isso tem a dizer sobre mim? Quando uma opinião divergente/contraditória é colocada em  discussão qual é a minha reação? Qual é a minha forma de olhar para o mundo? Como minhas crenças, valores, preconceitos influenciam minha percepção sobre o outro e sobre as coisas? Estas são algumas perguntas que vemos poucas pessoas se fazerem no ambiente organizacional e que sinaliza a dificuldade de se autoconhecerem.
 
Autoconhecimento é um conjunto de informações sobre si, a respeito de comportamentos, características pessoais, forças e áreas de oportunidades de melhorias individuais. Comportamento aqui entendido como a resultante das características pessoais (tipo psicológico, valores pessoais, experiências, educação, etc.) interagindo com as variáveis da situação. Entender, portanto, que em diferentes situações cada indivíduo aprende a reagir com comportamentos e atitudes distintas, auxilia e fortalece a importância do autoconhecimento para o trabalho em equipe. Saber o impacto das ações nos demais integrantes da equipe, aquilo que ajuda e que atrapalha o bom desempenho, o que agrega valor e colabora com as demais pessoas. Mas, como, então, cada pessoa da equipe pode saber do impacto que gera na própria equipe?
 
Percepção é a impressão colhida pelos sentidos ou a faculdade de perceber pelos sentidos. Este movimento de captar o mundo exterior é parte do processo daquilo que nos referimos como "percepção". Aquilo que é captado pelos órgãos sensoriais: olfato, paladar, ouvido, tato e visão passam pelo processo de internalização. Na medida em que algo é captado e internalizado, aquilo que foi captado não pertence mais ao mundo exterior, mas sim ao mundo interior de cada indivíduo. Esta forma interiorizada sofre influências deste novo mundo.
 
Estas influências se dão no sentido de moldar, de significar aquilo que é trazido de fora através da associação aos conhecimentos acumulados, às experiências vividas e processos psicológicos específicos de cada indivíduo. Quando nos referimos às "lentes" e "os filtros" estamos nos referindo ao processo de influência do mundo interior do individuo sobre aquilo que é captado do mundo exterior. Estes filtros ou lentes levam as pessoas a entenderem dada situação baseada nos próprios filtros, de maneiras bem diferentes do que realmente pode ser, e mesmo distanciando das percepções de outras pessoas. Assim, podem gerar distorções, pré julgamentos e, por fim, promover desvios na comunicação e possíveis decisões equivocadas.
 
Daniel Maldaner é consultor associado da Muttare

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Inteligência Comercial


Inteligência Comercial

Senso de Equipe


Na medida em que o senso de equipe aumenta, maior e melhor será o desempenho individual de cada membro do time também. Vendedores, atendimento, técnicos, organização, apoio administrativo-financeiro, todos enfim, se sentirão energizados pelo magnetismo gerado pela equipe como um todo.  Nada impede o crescimento vertical onde o

Espírito de Equipe

predomina na cabeça e no coração das pessoas.

Como numa corrida sincronizada de bastão, um complementa o outro e todos vencem a grande corrida sem linha de chegada, porque a cada vitória pressupõem novos desafios a serem suplantados. Assim é a vida no mundo corporativo cujas metas são cada vez mais ascendentes em todos os sentidos.
O mercado muda com rapidez extraordinária. Clientes mais exigentes e concorrentes cada vez mais competentes e profissionalizados que sabem conquistar clientes com grande determinação. Ninguém tem mais a primazia absoluta da preferência do cliente. A competição é a regra do jogo. Ou você muda ou mudam você.


Diante desse cenário ameaçador, não resta saída para as empresas senão atrair, desenvolver e manter profissionais capazes de jogar e ganhar esse grande jogo da competição. Por isso estão procurando com lupa pessoas com os seguintes atributos:



Visão de inteligência comercial
Gestores de soluções
Superadores de limites
Intra-empreendedores
Agir com a percepção do cliente
Capacidade de iniciativa
Autogestão
Coragem para usar seu poder de decisão
Menos explicadores e mais fazedores.
Outra característica essencial para o sucesso é essa idéia de todos terem impregnado em sua corrente sanguínea o DNA DA VENDA. As empresas vencedoras são aquelas que reduzem sua organização em apenas duas grandes funções:

Quem vende
e quem Apóia Vendas

Qual é o seu caso?





quinta-feira, 29 de julho de 2010

Cala a boca fofoqueiro

Cala a boca fofoqueiro


A expressão "cala a boca" pode ser algo assustador para pessoas conservadoras, mas utilizada com frequência, por alguns jovens da Geração Y. Recentemente, a capa de uma conceituada revista nacional, mostrou a força do Twitter, em uma campanha direcionada a um locutor esportivo muito conhecido do Brasil, com um slogan direcionado com o pedido para "calar a boca".
Perceba que, em alguns momentos da vida é preciso colocar um ponto final em algumas divergências, principalmente, quando a fofoca está impregnada em um grupo de pessoas. Para tornar o trabalho em equipe mais produtivo e com melhores resultados, observe as dicas a seguir e coloque em prática a ação de não levar adiante uma fofoca, prezando em valorizar a cooperação e estimular a proeminência do companheirismo.
Etiqueta corporativa abrange respeito - Você foi convidado para participar de um almoço, com um colega de trabalho. Durante o encontro percebe que o principal assunto é a disseminação de uma fofoca. Qual será sua conduta? Primeiro é necessário deixar evidente que você é uma pessoa educada e profissional. Em seguida agradeça o convite do almoço.
E a terceira atitude deverá indicar que a etiqueta corporativa não é algo fútil e, seu alcance, está além de distinguir entre um garfo de salada e o do prato principal. Neste sentido, mostre que não há interesse algum, na continuidade da conversa sobre o assunto. Enfatize para a pessoa, que convidou você para o almoço, que o clima de trabalho é diretamente prejudicado com uma fofoca.
É mais difícil conhecer a si mesmo - Olhamos no espelho diariamente, para observar nossa aparência externa, mas encontramos dificuldade para conhecer com mais profundidade nossas fraquezas, comportamentos e o íntimo de nossos sentimentos. Em uma equipe, o líder muitas vezes precisa agir com veemência, para colocar um ponto final em uma fofoca e "calar a boca" de fofoqueiros com atitudes pontuais.
Não é justo que, uma equipe de trabalho seja prejudicada, por um elemento que sabe parte de uma história e decide inventar um final, com o objetivo de disseminar a discórdia. Neste sentido, busque conhecer melhor a si mesmo e jamais esqueça, que estando no meio de fofoqueiros, por mais que você não seja, será visto com um deles.
Compreender a diversidade humana - Com o objetivo de disseminar diariamente a fofoca e fazer com que inúmeros profissionais amarguem situações constrangedoras, o fofoqueiro é ainda um personagem garantido em muitos ambientes organizacionais. Vários desligamentos profissionais e afastamentos já foram solicitados, em decorrência da dificuldade de adaptação à cultura organizacional, bem como, da aceitação em usar da fofoca, para buscar promoções pessoais. Compreender a diversidade humana, também é perceber que há pessoas incomodadas com o sucesso de outras e acabam não controlando a língua. Não ofereça ouvidos a um fofoqueiro, pois esta atitude pode trazer consequências tristes para você e para aqueles que estão a sua volta.
O tempo desperdiçado com uma fofoca pode ser coerentemente utilizado, para gerar energia positiva e oportunizar novos negócios. Fique atento com o uso das diferentes ferramentas de mídia social e o que você divulga diariamente, pois podem passar a ser propagadoras de fofocas. Por outro lado, também observe que quando um colega anunciar "Vocês sabem da última?" - será necessário praticar o exercício de morder a língua. Certamente, você estará ouvindo mais uma informação, sem que os principais envolvidos estejam presentes.

http://www.rh.com.br/Portal/Grupo_Equipe/Artigo/6706/cala-a-boca-fofoqueiro.html