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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Avaliação de eficácia de treinamentos

A definição de treinamento consiste num processo para desenvolver e prover conhecimento, habilidades e atitudes, com o objetivo de atender requisitos pessoais ou profissionais.
Treinamentos bem planejados e executados auxiliam uma organização a melhorar sua capacidade produtiva e gerencial e, ao mesmo tempo,  alcançar seus objetivos e metas.
Para definir um programa de treinamento para uma organização, é importante que o departamento de Recursos Humanos faça uma análise baseada em fatos reais, e não simplesmente em suposições.
A Avaliação por Competências entrega como resultado para a empresa as necessidades técnicas e comportamentais de cada colaborador em relação ao que é exigido pelo cargo/função que ocupa. Esse resultado serve de base para a definição dos treinamentos necessários para o alinhamento do perfil do colaborador aos requisitos de seus cargos/funções, isto é, o Plano de Desenvolvimento por Competências do colaborador.
Mas será que a simples realização de um treinamento alinhado às necessidades de desenvolvimento técnica e comportamental de um colaborador gera resultado para a empresa? A resposta é:  nem sempre. A realização de um treinamento não significa que o colaborador assimilará o conteúdo apresentado e passará a aplicar este conhecimento em seu trabalho.
Segundo a norma ISO 10015, para garantir a eficácia de um treinamento é necessário a realização de avaliações pós-treinamento. Essas devem ser realizadas em perí­odos distintos:
  • A curto prazo, para verificar a opinião do treinando em relação à  metodologia, conteúdo e recursos associados ao treinamento realizado e para avaliar os conhecimentos adquiridos;
  • A longo prazo, para avaliar o aumento da produtividade e desempenho do colaborador no trabalho.
A avaliação de eficácia do treinamento tem como objetivos: assegurar os requisitos de qualidade esperados, comprovar a eficácia do processo e monitorar os resultados obtidos com a aplicação de treinamentos.
Postado por: Ricardo Mendes


Fonte: http://www.gestaoporcompetencias.com.br/artigo-recursos-humanos/avaliacao-de-eficacia-de-treinamento/

quarta-feira, 8 de junho de 2011

TOD: Treinamento Orientado à Distância


TOD: Treinamento Orientado à Distância

Publicado por RHevista RH - terça-feira 1 de fevereiro de 2011 - às 0:01
Publicado em: Desenvolver Pessoas - Comente.
Inês Cozzo
Inês Cozzo
Acelerar a capacidade de leitura é a proposta do trabalho de leitura dinâmica e memorização. Na sociedade da informação, esta ferramenta é indispensável a executivos.
O treinamento Orientado à Distância (Tod) é um curso que resultou do trabalho em sala de aula da fonoaudióloga Andréa Monteiro de Barros Machado e do master practitioner em PNL, Elson Teixeira, diretor e fundador da Cidermen Consultoria, uma das empresas de maior destaque no Brasil no treinamento em áreas de criatividade empresarial, de como falar em público e de leitura dinâmica e memorização. Ambos são também autores do livro Leitura dinâmica e memorização  (1993, ed. Makron Books), diretores da Casa da Cultura, no Rio de Janeiro, e ministram cursos em empresas como Petrobrás, Furnas Centrais Elétricas, Banco Central do Brasil, Inmetro, BNDES e CENPES, entre outras, há mais de 10 anos.
Os treinamentos à distância vêm se constituindo em uma tendência mundial em educação. Existem TOD’s sobre os mais variados temas: informática, administração/produtividade, marketing, RH e Vendas. Trata-se de um kit composto por uma fita de vídeo, um livro texto e uma apostila de exercícios. A proposta é das mais interessantes: propiciar ao treinando auto-aprendizagem e auto-formação, adaptando a carga horária ao seu tempo disponível e, o que é mais importante, respeitando seu ritmo de aprendizagem.
Entre outras coisas, o TOD sobre leitura dinâmica e memorização discute hábitos e posturas incorretos dos leitores, métodos e técnicas de leitura e dicas sobre como agilizar a leitura.
No que diz respeito às técnicas de memorização, todas são baseadas na criatividade. “As etapas previstas no processo criador serão utilizadas de forma a incrementar os estímulos e aumentar i grau de impressão que causarão no cérebro, aumentando consequentemente a facilidade para evocar informações armazenadas”, explicam os autores. “Nós nos propomos a reeducar os hábitos de leitura de modo que os mecanismos bloqueadores do rendimento do ato de ler sejam substituídos por aqueles que vão proporcionar resultados e prazer, favorecendo o desenvolvimento da consciência crítica e do discernimento para um melhor desempenho nos desafios do dia-a-dia.”
Nossa educação convencional, há anos deficiente em todos os aspectos, desenvolveu nas pessoas, de modo geral, a aversão pela leitura e pelo estudo. Uma pesquisa feita no ano passado constatou que o brasileiro lê menos de um livro por ano! ”Considerando-se que o profissional brasileiro é visto, inclusive no exterior, como alguém interessante, inteligente habilidoso e criativo para lidar com os problemas, ocorreu-nos que o desinteresse pela leitura se deve muito mais ao processo utilizado para ler do que à leitura propriamente dita”, comenta Andreia. “Até porque”, acrescenta Elson Teixeira , “não existe leitura interessante, existe leitor interessado”.
“A leitura ultrapassa os limites impostos pelo espaço e pelo tempo, dando chance ao homem de evoluir unindo a contribuição de todas as gerações, aperfeiçoando, descobrindo novos fatos a partir do trabalho de um pool  de pessoas, caminhando em direção ao novo”, dizem os criadores do TOD. :”A leitura de um livro, portanto, é um ato avançado e requer inúmeras habilidades. Certamente o leitor não precisou conhecer Einstein, Chaplin ou Hitler pessoalmente para ter uma opinião sobre o tipo de homem que foi cada um deles. Há mais mensagens em uma frase do que pode supor nossa consciência.”
Andréa descreve o processo de alfabetização e seus inconvenientes para explicar o método utilizado pelo TOD: “No início, a criança é seduzida pela leitura. Hoje em dia existem livros de panos, livros que bóiam, livros que viram móbile, muito bem ilustrados, mas quando a criança passa dessa fase, os livros colocados à sua disposição não possuem mais nenhum desses atrativos. Ela entra na adolescência ou na fase pré-adulta e é jogada num mercado extremamente competitivo, em que deixa de ser o centro das atenções para ter que seguir o modelo que aí está. O que acontece então? Um choque muito grande que gera o desprazer pela leitura!”
Em essência, o TOD consiste na busca de um melhor aproveitamento do campo visual humano, que é bem mais amplo do que o limite imposto por uma sílaba ou palavra. “Faça uma experiência”, propões Andréa. “Fixe seus olhos em um ponto a sua frente, e, sem movimentá-los, observe quantos detalhes podem ser vistos além do ponto focal”. Segundo Elson, constituem fatores importantes a serem reeducados:
1.A escolha do ambiente para a leitura (evitando objetos que distraiam a atenção);
2. Posicionamento confortável (sem os habituais exageros que nos fazem dormir);
3. Posicionamento do livro há aproximadamente 30 ou 40 centímetros de distância;
4.Iluminação vinda por trás e pela esquerda (evitando-se sombras nas páginas);
5 Virar as folhas com a mão esquerda, pelo canto superior (para não atrapalhar o fluxo e o ritmo de leitura).
Os vícios de leitura podem ser assim classificados:
  • Movimentar a cabeça durante a leitura;
  • Retroceder;
  • Ler segmentadamente (palavra por palavra);
  • Vocalizar (ler em voz alta);
  • Subvocalizar (movimentar os lábios enquanto lê, pensando nas palavras);
  • Realizar marcações no texto sem a devida técnica.
“Muitos leitores , por terem uma velocidade lenta costumam retroceder várias vezes no texto para compreendê-lo efetivamente. Isto porque a atenção está voltada para detalhes obsoletos e não o que o autor procurou dizer, formando na mente um mosaico de informações”, acrescentam os autores.
Sobre o vício de ler segmentadamente, Elson adverte que “pensar nas palavras gera desconcentração e é preciso lembrar que entender as palavras não significa entender o texto, porque, principalmente no idioma português, as palavras têm mais de um significado”. E sobre ficar grifando texto, ele afirma que isto gera desconcentração, pois requer movimentos corporais, além de poluir a página. As técnicas visam o ensinar o leitor a economizar energia e aproveitar melhor seu tempo disponível para leitura.
“O ser humano tem uma grande capacidade de perceber o ‘todo’ sem a necessidade de ater-se a detalhes. Por exemplo, é possível distinguir a palavra qu+al+dade  mesmo tendo alterado uns de seus símbolos gráficos”, lembram os autores. A memória, uma das mais interessantes habilidades humanas, é responsável por armazenar e resgatar a informação quando necessário. Em se falando da memória, não se pode deixar de falarem estímulo e sua importância ao nos impressionar – mexer com nossos sentimentos. ”É muito comum ouvirmos queixas do tipo: ‘Minha memória é fraca…’, na verdade dizemos que a intensidade do estímulo é que foi fraca! Nós reagimos à medida que ele ou é totalmente novo ou está inter-relacionado a informações já armazenadas anteriormente”, observam. É interessante notar que eles fazem uma distinção tranquilizadora entre a velha idéia de memória boa ou ruim e memória treinada ou não. E explicam que todos podem treinar, exercitar a memória através de técnicas e exercícios como os que propõe o TOD.
Técnicas, concentração, observação, atenção e memória são os conceitos que importam para treinamento da memória. Entretanto, Elson nos chama à atenção para o fato de que “concentração, observação e atenção parecem sinônimos, mas têm funções específicas no ato de registrarmos informações, além de serem as responsáveis por gerar interesse”.
Ele define concentração como a aplicação intensa da inteligência num determinado assunto, evitando-se pensamentos paralelos. E, sobre os outros dois conceitos, alerta para o fato de que observar não implica necessariamente atentar. Podemos observar os tipos de números de um relógio sem atentar para a hora que esse mesmo relógio está marcando.
O treinamento funciona alternando características como tamanho, intensidade, freqüência e outros aspectos (submodalidades dos nossos cinco sentidos: visão, audição, paladar, tato e olfato), pois, dessa forma, a mente se vê mais propícia a memorizar informação. “Por exemplo, se eu pedir a você que imagine o mapa da França e o da Itália, qual dos dois é mais rapidamente lembrado? Será que o fato de associarmos o mapa da Itália a uma bota (que já faz parte de nossos registros), ajudou em alguma coisa?” No TOD, Elson e Andréa constatam que os seres humanos retém informações através dos cinco sentidos na seguinte proporção:
Paladar……………………………..1%
Tato………………………………..1,5%
Olfato………………………………3,5%
Audição……………………………11%
Visão………………………………83%
Quando fugimos da rotina gerada pelo meio e, muitas vezes, pela falta de apelo do estímulo, facilitamos a memorização. Usando nosso potencial criativo e, principalmente, fugindo dos nossos bloqueios pessoais, conseguimos tornar mais alegre e dinâmica a memorização, e é nisso que se baseiam todas as técnicas propostas. “A ‘decoreba’ deve ser abandonada por sua falta de eficiência”, recomendam os autores.
“Além do crescimento profissional que o uso da leitura dinâmica e memorização proporciona, a outra vantagem é que elas tendem a ser otimizadas com a prática, de forma que a cada dia o indivíduo estará aumentando suas próprias habilidades e se superando. E se superar gera uma sensação maravilhosa!”, dizem. “Não devemos nos auto-sugestionar com frases do tipo: ‘eu não consigo’ ou ‘não sou capaz disso’. A memória é muito mais eficaz do que imaginamos. Só precisa ser treinada e ajustada aos nossos interesses.
Certamente muitas informações não são tão atraentes como deveriam, mas podemos torná-las bem mais engraçadas com nossa imaginação”
“Não acredito em limitações” diz Andréa. “Mil quilômetros também começam com um passo, e tenho isso como base para tudo. Para fazer qualquer coisa, por mais difícil que pareça, é só dar o primeiro passo.”
Sobre a autora:
Inês Cozzo Olivares é Diretora e sócia-fundadora da TAI Consultoria (desde 1994); Consultora, escritora e Palestrante Internacional (desde 1997); Psicóloga (1986); Autora do Livro “Abordagens Alternativas em T&D”; Autora do Livro ”Neuroaprendizagem e Inteligência Emocional”; Criadora e organizadora do GEN - Grupo de estudos de Neuroaprendizagem com ênfase em NeuroBusiness (desde 2006).

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

5 Princípios da Aprendizagem de Adultos

5 Princípios da Aprendizagem de Adultos

 

Malcolm Knowles, um pioneiro no estudo da aprendizagem de adultos, observou que estes aprendem melhor quando:
  1. Entendem por que algo é importante para saber ou fazer.
  2. Tem a liberdade de aprender do seu próprio modo.
  3. A aprendizagem é experimental.
  4. O momento da aprendizagem é apropriado.
  5. O processo é positivo e encorajador.

Princípio 1: Assegure-se que seus estudantes adultos entendem o “por que”
 A maior parte dos estudantes adultos está na sua sala de aula por vontade própria. Alguns deles estão lá porque tem exigências de educação continuada, de receber um certificado, mas a maioria está lá porque decidiu aprender algo novo.
Este princípio não é sobre por que os estudantes estão na sala de aula, mas sobre por que cada coisa que lhes é ensinada é uma parte importante da aprendizagem. Um bom exemplo está na própria lição que Knowles aprendeu de como fazer picles.
Quando Knowles aprendeu a fazer picles, sua professora e vizinha, Marilyn, explicou:
  • É importante embeber os pepinos na água gelada durante a noite. Isto ajuda a manter os picles consistentes.
  • Se você puser uma toalha embaixo dos jarros no enlatador, eles não saltarão uma contra a outra e não quebrarão.
Você sabe que esta espécie da informação vem da experiência.

Princípio 2: Seus estudantes tem diferentes estilos de aprendizagem
Há três estilos de aprendizagem gerais: visual, auditivo, e sinestésico.
Os aprendizes visuais confiam em imagens. Eles amam gráficos, diagramas, e ilustrações. “Mostre-me,” é o seu mote. Eles muitas vezes sentam-se na frente na sala de aula para evitar obstruções visuais e olhar o professor. Eles querem saber com que o objeto parece. O professor pode comunicar-se melhor com eles escrevendo no quadro branco ou flip chart e usando frases como, “você vê como isto funciona?”
Os aprendizes auditivos escutam cuidadosamente todos os sons associados com a aprendizagem. “Diga-me,” é o seu mote. Eles prestarão a atenção ao som da voz e todas as mensagens sutis do professor e participarão ativamente em discussões. É bastante eficaz comunicar-se com eles falando claramente, fazendo perguntas, e usando frases como, “Como isso soa para você?”
Os aprendizes sinestésicos têm de fazer fisicamente algo para entender. O seu mote é “Deixe-me fazer.” Eles confiam nas suas sensações e emoções sobre o que estão aprendendo e como o professor está ensinando. Eles querem tocar de fato no que estão aprendendo. Eles são aqueles que levantarão e participarão de dinâmicas e simulações. A melhor forma de comunicar-se com eles é chamando-os para ser voluntários, permitindo-os praticar o que eles estão aprendendo e usando frases como, “Como você se sente sobre isto?”
A maior parte das pessoas usa os três estilos enquanto estão aprendendo, e naturalmente, desde que temos cinco sentidos, limitando qualquer inabilidade, mas um estilo quase sempre é preferido.
A grande pergunta é, “Como o professor sabe qual o estilo de aprendizagem dominante do estudante?” Sem treinamento na neurolingüística, poderia ser difícil, mas a condução de uma avaliação de estilo de aprendizagem curta no início da sua classe beneficia o professor e os estudantes. Esta informação é tão valiosa para o estudante como é para o professor.

Princípio 3: Permita que seus estudantes experimentem o que estão aprendendo

A experiência pode tomar muitas formas. Qualquer atividade que envolva seus estudantes torna a aprendizagem experimental. Isto inclui pequenas discussões de grupo, experimentos, simulações, esquetes, criação de modelos – atividades de qualquer espécie. As atividades também mantém as pessoas energizadas, especialmente atividades que implicam em deslocamentos.
Outro aspecto deste princípio é honrar as experiências de vida que os estudantes trazem à sala de aula. O professor deve estar seguro de explorar todo arcabouço de sabedoria sempre que for apropriado, tomando cuidado para ser um bom cronometrista porque as pessoas podem falar durante horas quando contam experiências pessoais, mas com uma facilitação competente todos merecerão as jóias que os estudantes têm para compartilhar.

Princípio 4: Quando o estudante está pronto, o professor aparece

“Quando o estudante está pronto, o professor aparece” é um provérbio budista cheio de sabedoria. Não importa o quanto o professor tente, se o estudante não estiver pronto para aprender, as possibilidades ficam reduzidas. O que isto significa para um professor de adultos? Afortunadamente, os estudantes estão na sala de aula porque eles querem. Eles já determinaram que o momento chegou.
Faz parte do ofício do professor de adultos perceber cuidadosamente os momentos e tirar proveito deles. Quando um estudante diz ou faz algo que provoque um tópico na aula, o professor deve ser flexível e abordar a questão. Se isto causaria estragos ao planejamento, que é muitas vezes o caso, vale abordar uma pequena porção sobre o tópico antes de dizer que eles terão de esperar até o fim da aula. Até lá, o interesse dos alunos pode acabar.

Princípio 5: Estimule os estudantes adultos

Para a maior parte dos adultos, estar fora da sala de aula durante até alguns anos pode fazer a voltar à escola algo intimidador. Se eles não entram em uma classe há décadas, é compreensível que tenham algum grau de apreensão sobre com que a experiência lhes parecerá e quão bem eles ficarão. Pode causar resistência ser aluno quando se é perito num campo por muitos e muitos anos. Ninguém gosta de sentir-se tolo.
O ofício de um professor de estudantes adultos inclui ser positivo e a estimulante. A paciência ajuda também, por exemplo, ao dar mais tempo aos estudantes para responder quando se faz uma pergunta. Eles podem precisar de alguns momentos para considerar a sua resposta. Reconhecer as contribuições que eles fazem, mesmo quando são pequenas, dar-lhes palavras de encorajamento sempre que a oportunidade surja. A maior parte dos adultos aumentará suas expectativas se o professor for claro com eles.
Uma palavra de prudência aqui. Ser positivo e estimulante não é o mesmo que ser condescendente. Deve-se lembrar sempre que os estudantes são adultos, falar para eles no tom de voz usado com uma criança é ofensivo, e o dano pode ser muito difícil de superar. O encorajamento genuíno de uma pessoa ao outro, apesar da idade, é um maravilhoso ponto da interação humana.
Este é o desafio de um professor de adultos. Além do ensino dos conteúdos, o professor tem a oportunidade de inspirar confiança e paixão em outro ser humano. Este tipo de ensino modifica vidas.