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domingo, 7 de novembro de 2010

Quatro caminhos para controlar a raiva

Todo mundo sente raiva, mas pouca gente administra bem esse instinto natural. Como um impulso demolidor - capaz de derrubar quem provoca e quem é provocado -, a raiva desperta reações difícieis de lidar. Agressividade e desejo de vingança encabeçam a lista de sentimentos altamente destrutivos que vêm no pacote. Movidas por energias desse tipo, é fácil errar.




Dar o troco, por exemplo, pode proporcionar alívio imediato, mas não resolve. Quem parte para a briga geralmente fica frustado, porque brigar não resgata a necessidade de aceitação e reconhecimento que todo todo mundo tem.




Comum, também, é descontar nos outros. É o caso de quem fica intolerante com o filho porque aturou desaforos do chefe ou por alguma chateação qualquer. No alvo errado, a flecha só produz culpa e mais raiva.




No outro extremo, sofre também que se encolhe diante das provocações. A ausência de reação muitas se converte em mágoa e ressentimento, sensações que, na prática, fazem mal para a própria pessoa. Ao longo do tempo , a raiva silenciosa pelo outro se transforma em por si mesmo, semente de problemas físicos e psicológicos, como a depressão.


Leia o artigo completo


Fonte: Marie Claire

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ANGUSTIA NA DEMISSÃO

RH Portal - http://www.rhportal.com.br/artigos - Relações Trabalhistas

ANGUSTIA NA DEMISSÃO - 8-, 2010 - 22: 1 




Demissão, alguns pontos para refletir.

Acredito que o momento mais delicado da relação profissional é o momento em os laços contratuais já não tem mais condições para se sustentarem. Os motivos para esse desenlace são os mais diversos possíveis, porém, sempre é um momento significativo.

Assim como no relacionamento afetivo, quando as coisas já não estão mais sendo suportadas e, a relação já não se sustenta, o momento vivenciado naquele instante gera sempre um sentimento de angústia. Ainda mais quando é atropelada essa convivência, com isso momentos de angustia são gerados então.

As nossas relações sociais até o momento têm de ser intermediadas pela presença de contratos, acordos, regras, afim de que não sejamos prejudicados enquanto colaboradores e organizações e, nem prejudiquemos os outros, pois, nos faltam condições reais para vivermos plenamente aquela recomendação do grande mestre JESUS: amai-vos uns aos outros. 

Mas retomando as regras estabelecidas para uma boa convivência organizacional, se a lá já não está atendendo aos nossos objetivos pessoais, ou o ambiente organizacional não está de acordo com aquilo que achamos que deveria ser, melhor será nos desligarmos desse contrato. Para tanto é sempre lembrar antes de tudo que construir relações é a nossa meta em qualquer ambiente, pois, não vivemos isolados.

Procurando dar um toque psicológico e emocional vale a pena relembrar um ponto do texto publicado pelo Dr. Geraldo Ballone – Psiquiatra: 

“O estado psíquico global com que a pessoa se apresenta e vive reflete a sua Afetividade. Tal como as lentes dos óculos, os filtros da Afetividade fazem com que o sol seja percebido com maior ou menor brilho, que a vida tenha perspectivas otimistas ou pessimistas, que o passado seja revivido como um fardo pesado ou, simplesmente, lembrando com suavidade. Interfere assim na realidade percebida por cada um de nós, mais precisamente, na apresentação que cada pessoa do mundo, de seu mundo”.

No tocante ao tema em questão que é a dificuldade que todos nós temos de bem administrarmos as nossas emoções, atitudes diante de fatos dessa natureza que é o tema demissão, lembro que há cerca de mais ou menos um ou dois anos foi veiculado na mídia que um empregado americano ao saber que fora demitido tomou-se de extrema cólera e, simplesmente, por conta de uma raiva acentuada matou o seu gestor. No Brasil já houve um caso semelhante. 

Para essas atitudes o grau de irritabilidade é o sintoma principal do Transtorno Explosivo da Personalidade, conforme citado pelo Dr. Geraldo Ballone. Afirma ele que o grau de reatividade emocional é tal alto e a tensão afetiva tão alta que o individuo entra num tipo de curto-circuito. Ele os chama, estas reações de paroxismos coléricos ou furiosos que põem em perigo a vida de pessoas do ambiente e a integridade da propriedade.
Esclarece o Dr. Geraldo Ballone que esses indivíduos ouvem uma palavra qualquer e, antes que tenha compreendido o seu verdadeiro sentido, reagem de maneira explosiva, respondendo com insultos ou com atos de violência.

Portanto, é um processo difícil para alguns de nós encararmos de modo satisfatório esse momento da separação organizacional. O mais difícil é sentir-se sem utilidade, desprezado por aqueles que são os seus gestores diretos, situações essas que são as impressões e percepções de quem está saindo. 

Os problemas e as dificuldades devem estar sempre claros em nossa mente. Assim como organizar uma empresa exige um estudo acurado para constituí-la, para se verificar os prós e contras de sua implantação, quanto mais lúcidos formos com relação a esta questão, que são a demissão, e se ela não tem mais jeito de ser evitada poderemos sem sombra de dúvidas proporcionarem a nós mesmos uma tranqüilidade que será necessária para o depois do desligamento, pois, agressividade e ressentimento, magoam, não resolverá esse contexto.

Se a demissão acontecer efetivamente, procure registrar as suas impressões de modo adequado no momento da entrevista de desligamento, pois, empresa séria tem este item nos seus processos de RH para tomar como parâmetro para possíveis melhorias internas. Outro ponto a ser analisado é lembrar que toda organização deverá seguir a risca os prazos para se efetivar o desligamento quais sejam atender o que está determinado na Lei nº. 7.855, de 24.10.89 que fez uma alteração na CLT em seu artigo 477:

O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:
• a) até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato; ou
• b) até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.


Concretizado o processo do desligamento, agende-se, procure administrar da melhor forma possível os próximos meses, se puderem dar continuidade aos estudos e/ou atualizações profissionais procure faze-lo. E quanto a família mantenha-se firme e programe-se para novas experiências. 

Fabricio Menezes
Psicólogo - CRP 01/11.163
Gestor de RH e Instrutor de Treinamento 


http://www.rhportal.com.br/artigos/wmprint.php?idc_cad=agjxlc50i






O Que é Angústia, Precauções e Tratamento

De repente, vem aquele aperto no peito! Pode ser em qualquer momento, hora ou lugar. Como se uma grande mão apertasse seu peito... e vem uma sensação bem esquisita de opressão. Você quer se livrar dela, mas não consegue. O coração bate mais rápido ou então você sente uma apreensão. Medo do futuro? Quase como se descesse de montanha russa.... aquele friozinho na barriga terrível.

Em alguns momentos, você está bem e a apreensão surge sem pedir licença. Em outros, está associada a alguma preocupação ou sensação de insegurança. Se você vive um momento confuso ou difícil, a angústia pode se instalar na sua mente e no seu coração.

A angústia pode ser um sinalizador para a depressão. Pessoas deprimidas sentem angústia e a ansiedade pode surgir de repente. A ansiedade está associada à respiração também. A pessoa ansiosa respira muito rápido ou sente uma sensação de sufocamento, "peito apertado".

O que fazer quando você sentir esta sensação desagradável? Acomete ricos e pobres, jovens, velhos e crianças.

A angústia é mais comum nas mulheres. Quando sentir esta sensação desagradável, primeiro afaste a possibilidade de causa orgânica como: distúrbios hormonais como: menopausa, climatério, entre outros. Anemia, problemas cardíacos e depressão, por exemplo.

Geralmente, a angústia está associada à depressão e algumas pessoas são predispostas a sofrer de angústia periódica. Nem sempre quem sente angústia ocasionalmente, sofre de depressão. A angústia pode ser uma manifestação da ansiedade. A ansiedade é o receio do futuro.

A ansiedade é um recurso utilizado por nós para nos preparar, de certa forma para acontecimentos futuros. Quando temos uma prova, um encontro importante, uma decisão a tomar, podemos sentir esta sensação de apreensão. É o receio do novo e do inusitado. Nosso organismo lança mão de uma carga extra de adrenalina.

Quando estas sensações surgem e são momentâneas fazem parte do cotidiano do ser humano. Não podemos controlar os acontecimentos e isso gera medo. Podemos controlar nossas emoções; isso é tranquilizador.

Observe a frequência desta sensação desagradável. Procure observar com cuidado. O que você está pensando quando sente esta sensação? Não tenha medo da Ansiedade ou Angústia. Não tente reprimi-la, mas mude o padrão mental. Se você está pensando em algo desagradável, modifique o pensamento. Afirmações positivas ajudam bastante nesses casos. Afirmações como: "Sou feliz!", "Estou calmo", "Está tudo bem", "Ficará tudo bem!".

Aprenda a respirar! Os bebês respiram corretamente, nós não. Inspire pelo nariz e exale pela boca. Preste atenção na respiração. Esta técnica simples é naturalmente tranquilizante. A mente se tranquiliza e os músculos também.

A angústia pode estar associada a causas psicológicas como: traumas, complexos, meio ambiente repressor ou desgastante podem desencadear sensações de opressão.

A serenidade tem a ver com a Fé e o Otimismo. Fé em Deus e em si mesmo!

Sensação de vazio interior, mudanças de vida, podem estar associadas à angústia. Quando a pessoa se aposenta, pode sentir esta sensação de insegurança. O que farei agora? A "síndrome do ninho vazio" pode ser também uma das causas da angústia ou ansiedade. Os filhos estão criados, estudam fora e os pais se sentem vazios. Viveram sempre em função dos filhos e agora?

Vera tinha 50 anos e começou a sentir sensações de angústia e "aperto no peito". Aquela opressão era frequente e perturbadora. Nenhum lugar estava bom para ela. Depois, de circular pelas igrejas e centros espíritas para descobrir a causa da opressão, sem nenhuma melhora, resolveu procurar um médico. Vera estava com distúrbios hormonais. Com o tratamento apropriado, a sensação desagradável desapareceu.

'As vezes, a causa pode ser espiritual. Uma oração fervorosa pode melhorar esta opressão. Vivemos num mundo muito material e imediatista. Nosso espírito precisa também de alimento espiritual. Praticar esportes, lazer, uma atividade, amigos, são bons remédios para evitar a angústia. Só será considerada patológica se junto com ela estiverem outros sintomas como: falta de concentração, tristeza permanente, inquietação, pensamentos negativos. Pode ser o início de uma depressão. Ou então, se a angústia estiver sendo um fator limitante em sua vida. Nesse caso, procure ajuda profissional. Pessoas muito inseguras ou com dificuldade em expressar os sentimentos, são propensas à angústia.

Uma vida saudável feita de pensamentos sadios e atividades produtivas, tem como efeito, emoções também sadias. Pense nisso! Como estão seus relacionamentos, sua vida em família, seus desejos e problemas?. Procure se autoconhecer para disciplinar seus pensamentos.

Seja feliz!

Sandra Cecília é formada em Psicologia Clínica e já trabalhou com Psicoterapia, Aconselhamento e técnicas de Relaxamento durante mais de dez anos. Atualmente é taróloga e estudiosa dos oráculos. Ministra palestras sobre auto-ajuda, aconselhamento afetivo e espiritualidade.

http://www.spiner.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=481