| 26/04/2011 |
![]() "Capital Intelectual é a soma de tudo o que todos em uma empresa sabem, e que dá a ela uma vantagem competitiva." Thomas Stewart (consultor e editor da revista Harvard Business Review de 2000-2008) Os três capitais fundamentais de uma empresa hoje são: o capital intelectual, o capital emocional e o capital ético. Da interação entre estes três capitais e do estabelecimento de uma estratégia consistente nasce a possibilidade de um modelo de negócios lucrativo e sustentável. No entanto, é preciso considerar que não basta a presença do capital intelectual, ele precisa de autonomia e condições de suporte emocional para que possa manifestar seu potencial inovador. Ter as melhores cabeças e não deixá-las pensar e implantar suas idéias é suicídio empresarial, e, infelizmente é mais comum do que podemos imaginar. Fala-se muito em inovação, mas resiste-se às mudanças, verbalizamos a importância das pessoas e do clima na empresa, mas continuamos presenciando uma deficiente gestão das emoções. Quando pressionadas, as pessoas tornam-se mais punitivas e menos produtivas. A vantagem competitiva citada por Thomas Stewart no início deste artigo só se torna efetiva quando investimos na realização pessoal e profissional de nossos talentos! O consultor inglês Stanton Marris propõe que para criar energia emocional uma empresa deve seguir cinco passos: 1. Ser aberta com respeito à posição atual e à estratégia compartilhando-as com todos. 2. Ser receptiva, solicitando apoio, ideias e colaborações de todos os envolvidos no negócio. 3. Dar liberdade e autonomia aos colaboradores para tentarem coisas novas. 4. Apoiar constantemente todas as iniciativas de valor reconhecendo os avanços conquistados. 5. Manter o foco em avaliação e ajustes necessários para dar continuidade ao processo de evolução. Se desejamos que as pessoas nos deem o melhor de si, precisamos dar a elas as condições de qualidade de vida e felicidade no trabalho que as permita manterem-se motivadas e produtivas. Respeito, reconhecimento e incentivo são as três palavras-chave neste contexto. Precisamos nos dedicar a criar um clima altamente positivo em nosso ambiente e relações de trabalho, incentivando as conquistas coletivas, a sinergia e o compartilhamento de desafios, vitórias e responsabilidades. Devemos procurar manter as organizações horizontais e acessíveis, onde todos podem se comunicar com todos, nada de burocracias e hierarquias na comunicação. Se queremos comprometimento temos que envolver as pessoas! Administrando as emoções, alimentamos o capital emocional, favorecemos o capital intelectual e oferecemos as melhores condições para um ambiente ético e produtivo. O orgulho de pertencer a uma empresa continua sendo a mais fantástica conquista quando tratamos do capital humano. Se desejamos encantar nossos clientes devemos começar encantando nossos colaboradores, fornecendo a eles um conjunto de razões nobres para sentirem este orgulho de pertencer à nossa empresa e sonhar conosco um sonho coletivo! Por Carlos Hilsdorf: economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano. Site: www.carloshilsdorf.com.br – Twitter: @carloshilsdorf |
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Os 3 capitais essenciais de uma empresa de sucesso
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Desenvolvimento Organizacional
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O Capital Adaptativo
O Capital Adaptativo
http://www.abtd.com.br - Data da Publicação: 26/07/2010
Por CARLOS HILSDORF
http://www.abtd.com.br - Data da Publicação: 26/07/2010
Por CARLOS HILSDORF
Desde que começamos a fugir dos nossos predadores nos períodos pré-históricos entramos em contato com aquele que seria eternamente nosso grande desafio: a adaptação! Por sermos dotados de impulsos individuais que variam em forma, intensidade, gênero e direção, logo nos primeiros contatos com outros seres ficou evidente a tônica da vida: o conflito!
O conflito nada mais é que o choque de intenções, interesses e estilos de agir nitidamente diferentes. É impossível dissociar a vida em sociedade (sejam elas "ditas primitivas" ou não) da gestão do conflito.
Para complicar um pouco mais nossa situação, nós que compomos a humanidade, somos animais superiores - embora, às vezes, não pareça - e possuímos a especial capacidade de refletir sobre nossos pensamentos e sentimentos. Desta capacidade surgem os conflitos entre a nossa realidade interior e a realidade exterior.
À medida que a vida vai se tornando mais complexa, aumentam as interações que precisamos ter com as diferenças, e é exatamente neste nível, onde os conflitos ocorrem em maior quantidade e em maior intensidade que a nossa maturidade adaptativa vai dizer se somos felizes ou infelizes, flexíveis ou intolerantes, saudáveis ou doentes.
No mundo corporativo já falamos muito do capital intelectual, do capital emocional, do capital moral...
Já é tempo de fazermos um amplo apanhado destes capitais e reconhecer com clareza que o determinante é o Capital Adaptativo, ou seja, o conjunto dos saldos dos nossos diversos capitais humanos que nos permitem nos adaptar às múltiplas situações de confronto, estresse e risco a que toda e qualquer vida está submetida.
Hoje nossos predadores não são mamíferos dotados de proeminentes dentes de sabre, mas a pressão por resultado, as metas, os relatórios, as reuniões, as pessoas despreparadas que continuam exercendo poder hierárquico, a falta de compreensão da dimensão humana (pois uma coisa é o discurso e outra bem diferente é a prática), nosso processo de autodestruição, etc.
E além de todos estes predadores modernos, a humanidade contemporânea está fugindo de algo muito sério. Está fugindo de si mesma. A fobia social, a ansiedade, a depressão e o desencanto com as instituições estão tornando a humanidade solitária...
Este fenômeno contraria toda a sabedoria da História Natural, pois todos os grupos animais sempre souberam intuitivamente que suas chances de sobrevivência são maiores sempre que estão juntos.
Somente os mais bem adaptados sobrevivem e, sobreviver é vencer, primeiramente, a si mesmo. O isolamento, longe de ser uma proteção contra os "ataques" das diferenças, atua muito mais como poderoso amplificador de nossos desequilíbrios, que precisam do convívio para ser notados e corrigidos.
O isolamento não precisa ser físico. Tenho encontrado pessoas isoladas em empresas com milhares de funcionários - estão isoladas psicologicamente, reagindo como apêndices de uma linha de produção cujo produto final desconhecem.
Veja que enorme isolamento este: trabalhar para construir algo que você não sabe exatamente o que significa.
Isto lembra a clássica história de dois carregadores de pedras que foram entrevistados sobre o que faziam. O primeiro disse que sua vida era horrível e que tudo o que fazia era carregar pedras o dia todo. O segundo disse que era muito feliz porque estava ajudando a construir uma igreja!
A vida é mais rica no encontro com as diferenças, é poderosa nos conflitos entre nossas realidades internas e externas, mas vale verdadeiramente a pena quando adquire sentido.
O grande desafio adaptativo de todos nós é agregar valor à vida, viver uma vida repleta de sentido e propósito.
Não se permita fazer algo sem sentido para alguém e, em sua interação com as outras pessoas, não permita que elas façam algo sem sentido por você.
Que a ninguém seja consentido passar por nós sem nos contagiar com sua melhor essência e que nós jamais passemos por alguém sem gravar as nossas melhores digitais em suas almas!
Carlos Hilsdorf
Considerado pelo mercado empresarial um dos melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduadoem Marketing pela FGV , consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero (VEJA, "Guia de Carreira", Ed. 1832). Referência nacional em desenvolvimento humano.
www.carloshilsdorf.com.br
Fonte: http://portal.abtd.com.br/portal/659/artigo/O-Capital-Adaptativo.html?utm_source=MinutoTeDe&utm_medium=email_e&utm_campaign=00019_20100818&utm_term=artigo&utm_content=O-Capital-Adaptativo
O conflito nada mais é que o choque de intenções, interesses e estilos de agir nitidamente diferentes. É impossível dissociar a vida em sociedade (sejam elas "ditas primitivas" ou não) da gestão do conflito.
Para complicar um pouco mais nossa situação, nós que compomos a humanidade, somos animais superiores - embora, às vezes, não pareça - e possuímos a especial capacidade de refletir sobre nossos pensamentos e sentimentos. Desta capacidade surgem os conflitos entre a nossa realidade interior e a realidade exterior.
À medida que a vida vai se tornando mais complexa, aumentam as interações que precisamos ter com as diferenças, e é exatamente neste nível, onde os conflitos ocorrem em maior quantidade e em maior intensidade que a nossa maturidade adaptativa vai dizer se somos felizes ou infelizes, flexíveis ou intolerantes, saudáveis ou doentes.
No mundo corporativo já falamos muito do capital intelectual, do capital emocional, do capital moral...
Já é tempo de fazermos um amplo apanhado destes capitais e reconhecer com clareza que o determinante é o Capital Adaptativo, ou seja, o conjunto dos saldos dos nossos diversos capitais humanos que nos permitem nos adaptar às múltiplas situações de confronto, estresse e risco a que toda e qualquer vida está submetida.
Hoje nossos predadores não são mamíferos dotados de proeminentes dentes de sabre, mas a pressão por resultado, as metas, os relatórios, as reuniões, as pessoas despreparadas que continuam exercendo poder hierárquico, a falta de compreensão da dimensão humana (pois uma coisa é o discurso e outra bem diferente é a prática), nosso processo de autodestruição, etc.
E além de todos estes predadores modernos, a humanidade contemporânea está fugindo de algo muito sério. Está fugindo de si mesma. A fobia social, a ansiedade, a depressão e o desencanto com as instituições estão tornando a humanidade solitária...
Este fenômeno contraria toda a sabedoria da História Natural, pois todos os grupos animais sempre souberam intuitivamente que suas chances de sobrevivência são maiores sempre que estão juntos.
Somente os mais bem adaptados sobrevivem e, sobreviver é vencer, primeiramente, a si mesmo. O isolamento, longe de ser uma proteção contra os "ataques" das diferenças, atua muito mais como poderoso amplificador de nossos desequilíbrios, que precisam do convívio para ser notados e corrigidos.
O isolamento não precisa ser físico. Tenho encontrado pessoas isoladas em empresas com milhares de funcionários - estão isoladas psicologicamente, reagindo como apêndices de uma linha de produção cujo produto final desconhecem.
Veja que enorme isolamento este: trabalhar para construir algo que você não sabe exatamente o que significa.
Isto lembra a clássica história de dois carregadores de pedras que foram entrevistados sobre o que faziam. O primeiro disse que sua vida era horrível e que tudo o que fazia era carregar pedras o dia todo. O segundo disse que era muito feliz porque estava ajudando a construir uma igreja!
A vida é mais rica no encontro com as diferenças, é poderosa nos conflitos entre nossas realidades internas e externas, mas vale verdadeiramente a pena quando adquire sentido.
O grande desafio adaptativo de todos nós é agregar valor à vida, viver uma vida repleta de sentido e propósito.
Não se permita fazer algo sem sentido para alguém e, em sua interação com as outras pessoas, não permita que elas façam algo sem sentido por você.
Que a ninguém seja consentido passar por nós sem nos contagiar com sua melhor essência e que nós jamais passemos por alguém sem gravar as nossas melhores digitais em suas almas!
Carlos Hilsdorf
Considerado pelo mercado empresarial um dos melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado
www.carloshilsdorf.com.br
Fonte: http://portal.abtd.com.br/portal/659/artigo/O-Capital-Adaptativo.html?utm_source=MinutoTeDe&utm_medium=email_e&utm_campaign=00019_20100818&utm_term=artigo&utm_content=O-Capital-Adaptativo
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