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sábado, 6 de julho de 2013

Programa de Gestão de Competências do SENAI

Gestão de Competências
O Programa de Gestão de Competências do SENAI é um modelo gerencial orientador para planejamento, captação, desenvolvimento e avaliação das pessoas numa empresa.
   
Identifica as competências essenciais para a eficácia profissional e as lacunas de qualificação para atividades específicas.

O modelo do SENAI de Gestão de Competências segue 
cinco passos:  identificação da demanda da empresa; elaboração do macroprocesso; construção de perfis; elaboração de matriz curricular e itinerário formativo (decodificação de informação do mundo do trabalho para o mundo da educação); e desenho pedagógico (Programa Formativo e/ou Processo de Certificação).

Este programa permite direcionar o foco no que é necessário trabalhar para que a empresa alcance seus objetivos. Além de
sistematizar o plano de desenvolvimento dos funcionários a partir de necessidades reais, possibilita o alinhamento das competências individuais às estratégias organizacionais.

Desta forma, torna-se possível a construção de banco de talentos e de modelos “informais de capacitação” e “desenvolvimento” de baixo custo. Outra grande vantagem é a motivação, uma vez que o funcionário torna-se responsável pelo seu próprio desenvolvimento.

O Programa de Gestão de Competências do SENAI apresenta resultados significativos para a empresa:

  • Aumento do nível de satisfação dos profissionais
  • Retenção dos talentos internos
  • Identificação de profissionais com potencial para possíveis sucessões
  • Formação de massa crítica, gerando o desenvolvimento de práticas inovadoras
  • Incremento e difusão de conhecimentos e tecnologia
  • Mapeamento de competências com vista à elaboração do plano de capacitação


Mais informações: 0800 0231 231 / 4002 0231 /
faleconosco@firjan.org.br  

Fonte: http://www.firjan.org.br/data/pages/2C908CE9229431C901229F3B5F9F2EA7.htm

Link: https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&cad=rja&ved=0CF0QFjAC&url=http%3A%2F%2Fwww.firjan.org.br%2Flumis%2Fportal%2Ffile%2FfileDownload.jsp%3FfileId%3D2C908CEC3A6EFDCE013A70B3C9B06F17&ei=QiPYUeCDCOSz0QGIr4AQ&usg=AFQjCNFn7o-spk41-w_XyIpVtZ3UqOBvDw&sig2=NrepY2pyhUf1QZky5RbMaA&bvm=bv.48705608,d.dmg

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Gestão por Competências na prática

Gestão por Competências na prática

Por que a Gestão por Competências é tão importante nos dias de hoje? Quais as mudanças por ela trazidas na relação empresa x funcionário e como podemos visualizar sua aplicação de maneira prática nas organizações? Esse é o foco de nossa entrevista com José Moacir Jorge, consultor empresarial especialista em Gestão de Pessoas.


Data: 03/03/2010   |   Entrevistado: José Moacir Jorge


LG: Em linhas gerais, como podemos entender o contexto atual da gestão de recursos humanos? Como a gestão de competências está inserida nesse contexto e como ela se diferencia dos modelos de gestão praticados anteriormente? 

Moacir: Bom, no passado vivíamos uma gestão fiscalizadora. Existia uma área que cuidava do empregado, mas que estava mais voltada a atender à legislação trabalhista. O foco era controlar o ponto, a disciplina, ou seja, havia mais preocupação com os deveres do que com os direitos. Mais ou menos na década de 70, começa o que nós chamamos de gestão de recursos humanos, que ainda predomina em grande parte das empresas. Nesse período, surge a implantação do plano de cargos e salários, a avaliação de desempenho, com predomínio de uma gestão mais tecnicista, mas ainda com uma visão de controle, ou seja: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Nessa época, as pessoas tinham valores muito coerentes com esse tipo de gestão e as coisas funcionavam. Hoje em dia, as pessoas são diferentes e os profissionais estão muito mais informados de seus direitos. Então, as pessoas não chegam mais na organização na expectativa de obedecer ordens. Elas querem se desenvolver, ser respeitadas, ter possibilidades de realizar seus objetivos e sonhos. Com isso, a relação com a empresa muda. Já não é mais de controle. Na realidade, hoje nós temos a empresa buscando uma gestão compartilhada, onde as pessoas são comprometidas com os objetivos da organização. Já não funciona mais ter o chefe mandando e o outro obedecendo. É necessário que exista uma equipe e que os chefes sejam transformados em lideres, fazendo com que seus liderados sejam mais eficazes no cumprimento dos objetivos. As empresas hoje necessitam que as pessoas tenham seus objetivos pessoais inseridos nos objetivos da organização. Quando há uma dicotomia entre esses dois objetivos, as pessoas vão dar preferência a atingir os seus objetivos pessoais, e não os da empresa. Então, o panorama mudou. Não mais requer uma gestão de recursos humanos, mas sim uma gestão do talento das pessoas, olhando suas competências, criando condições pra que elas sejam mais eficazes, comprometidas, dando resposta a suas expectativas, pra que a empresa consiga atingir seus objetivos.

LG: Como podemos definir competência?

 Moacir: Eu vejo da seguinte forma: as competências são formadas por habilidades. Existem dois tipos de habilidade: a habilidade de “fazer” e a habilidade de “ser”. A habilidade de fazer consiste em realizar coisas que são passíveis de serem treinadas. Por exemplo, eu tenho como atribuição elaborar o relatório estatístico de recursos humanos. Então, para elaborar o relatório, eu posso ser treinado em como calcular os índices, operar um sistema que faça esse relatório etc. Há, por outro lado, as habilidades comportamentais, do ser, que não são passiveis de treinamento, mas são passiveis de desenvolvimento. Por exemplo, chefiar uma equipe, é uma habilidade de “fazer”, eu posso aprender a chefiar uma equipe. Só que eu não vou ser um bom chefe de equipe se eu não tiver a competência da liderança. E liderança não é algo que possa ser ensinado, mas sim desenvolvido, pois envolve uma série de requisitos que implicam em mudanças comportamentais. Alguém terá competência para desempenhar um trabalho se souber “fazer” e se tiver as habilidades comportamentais que vão arredondar a parte do fazer. É isso que o recrutamento e seleção deve identificar nas pessoas, se preocupando com a descrição do cargo, suas tarefas, mas também com as habilidades comportamentais que irão determinar o bom desempenho naquela função.  

LG: Qual a diferença entre ter competência e ser competente?

Moacir: Há uma confusão muito grande entre esses dois termos. Nos cursos e na literatura, nós encontramos que ser competente está totalmente ligado ao CHA - conhecimento, habilidade e atitude. Ou seja, não basta ter apenas o conhecimento e as habilidades. Frequentemente encontramos profissionais que têm a competência para desempenhar seus papéis, mas não trazem resultados porque não têm atitude. É todo o composto do CHA que torna o profissional competente. Isso é medido no recrutamento e seleção, na avaliação de desempenho, na avaliação de performance etc., que estão dentro da gestão por competência.

LG: O que mudou na forma de fazer recrutamento e seleção do passado para a forma presente na gestão por competências?

Moacir: Antigamente, aplicava-se uma serie de testes pra saber se a pessoa tinha o conhecimento necessário para a função. E os testes psicológicos pretendiam identificar o perfil daquele individuo que iria fazer o trabalho. Isso não é suficiente dentro da gestão por competências. Se estou contratando um gerente, por exemplo, e essa pessoa já atuou como gerente antes, presumo que ela tenha as habilidades necessárias para o desempenho dessa função, certo? Mas e quanto às habilidades comportamentais?  A gestão por competências envolve os dois tipos de habilidades, ou seja, tanto o “saber fazer”, quanto o “ser”, como já explicamos anteriormente. Com isso, hoje é muito comum incluir no recrutamento e seleção o acompanhamento de dinâmicas, observando o comportamento das pessoas diante das situações colocadas. “Esse candidato está reagindo dentro dos quesitos que procuramos?” – essa passa a ser uma análise determinante no processo. 

LG: E como funciona a remuneração dentro da gestão por competências?

Moacir: Quando falamos de gestão da remuneração por competência, falamos no crescimento salarial acompanhando o desenvolvimento da pessoa. Por exemplo, se eu pago R$ 5.000 por um analista “top” da área de sistemas e eu contrato um profissional iniciante por R$ 2.000, como vou administrar o crescimento salarial desse profissional até atingir o último nível? Normalmente, isso acontece pelo mérito. Ou seja, você tem uma tabela salarial com diferentes níveis salariais. Todo ano, o individuo sobe um nível salarial com base na avaliação que o chefe faz do seu desempenho. Essa é a forma que tradicionalmente tem sido feita nas empresas. Na gestão por competências, não é mais este sistema. Passa a ser um sistema comandado pelo próprio empregado, um sistema empreendedor. Portanto, se dentro da atividade de analista de sistemas há 20 tarefas nas quais ele deverá tornar-se perito, ele será considerado um profissional “pronto” quando conseguir executar essas tarefas com perfeição. Posso definir, por exemplo, que esse nível de perfeição seja alcançado no transcorrer de 5 anos, tendo uma meta de 4 tarefas por ano.  E é o próprio profissional acompanhado e orientado pelo RH, quem define seu processo de desenvolvimento e vai em busca das competências que estão faltando. Se no final do ano for comprovado que ele tornou-se perito nas quatro tarefas previstas, automaticamente ele pula de nível salarial e passa a fazer aquelas tarefas na sua plenitude. Dessa forma, depois de 5 anos ele terá atingido a maturidade do cargo, alcançando o 5º ou 6º nível da tabela e se tornando um profissional completo naquele tipo de atividade. Ou seja, não depende mais do mérito e da avaliação pessoal do gestor para que o profissional cresça na tabela salarial, mas sim de suas competências.
Ser perito é além de possuir os conhecimentos e as competências, ter praticado determinado tempo sob acompanhamento e ter a aceitação pública (da equipe) de que é perito – isto o habilita a ser certificado por um comitê certificador interno.

LG: E quanto à avaliação de desempenho? Ela também influencia no crescimento da remuneração?

Moacir: Aumentar salário em função da avaliação de desempenho, pra mim, é um erro, pois o desempenho das pessoas não é linear. Minha avaliação pode considerar que tive um desempenho diferenciado nos últimos seis meses, mas nada me garante que nos próximos seis meses eu vou repetir esse bom desempenho. Se eu passar por um momento de insegurança, por exemplo, precisando de autoestima, e não receber a atenção do meu coordenador, posso perder meu estímulo de dar bons resultados e isso vai refletir na minha avaliação de desempenho. Então, aumentar salário em função desse comportamento, que é pontual, é complicado. Quando eu vou pra remuneração por competência, não e mais o desempenho, mas sim ter me esforçado pra ter a competência.

LG: Então qual o papel da avaliação de desempenho e como ela deve atuar no reconhecimento do funcionário?

Moacir: Ela serve para acompanhar e medir se o profissional está ou não sendo competente. E se ele está sendo competente, ele deve ser elogiado, premiado, reconhecido publicamente. Então, eu defendo que esse tipo de recompensa pelo bom desempenho deve ser dado na forma de prêmio, não na forma de aumento. Mais um detalhe a respeito do desempenho: como ele é pontual, o premio também deve ser pontual. Então, ao invés de dar um aumento, eu vou dar um percentual do salário anual para que ele compre seu prêmio, que pode ser uma viagem de férias, por exemplo. O fato de ele viajar com a esposa (ou a esposa viajar com o marido) é algo marcante. Ou seja, ele sempre vai lembrar que teve aquela viagem em função do bom desempenho. E, no próximo ano, para alcançar aquele prêmio novamente, vai se esforçar para ter um bom desempenho de novo.

LG: E qual a melhor forma de avaliar o desempenho?

Moacir: O ideal é que o desempenho seja avaliado com notas de 1 a 5, sendo 3 o esperado, 4 e 5 acima do esperado,  2 e 1 abaixo do esperado.  Pensando naquela tarefa de elaborar o relatório estatístico de recursos humanos, nota 3 é quando a pessoa faz o relatório completo e o entrega na data prevista. Ou seja, a pessoa está fazendo aquilo que a empresa espera que ela faça. Agora, o que seria 4, 5? É a pessoa entregar o relatório completo, dentro do prazo e, além disso, apresentar gráficos diferenciados, análises complementares a respeito do comportamento dos números etc. Ou seja, ela faz algo diferente, inesperado. Dependendo da intensidade disso, eu posso achar que é 4 ou 5. E o que seria 2 ou 1? Seria ela não entregar na data, faltando informação etc. Se o resultado da avaliação foi 2 e 1 o que eu posso concluir? Que a pessoa ainda não é perita naquela atividade, ela não esta treinada, precisava de mais supervisão. Ou a pessoa está treinada, já foi considerada perita, mas está faltando atitude, que pode ser decorrente de um aspecto de motivação, uma doença, um problema familiar, ou simplesmente falta de vontade. Ora, alguém que não sabe fazer, você deve treinar. Alguém que está desmotivado, você deve analisar por que ele está desmotivado e procurar motivá-lo.  Mas, se for problema de atitude e essa percepção ocorre em pelo menos duas avaliações, então só resta uma atitude à empresa: transferi-lo para o mercado de trabalho.

LG: Falamos em recrutamento e seleção, remuneração e avaliação de desempenho dentro da gestão por competências. Para fechar o ciclo, qual seria o papel do treinamento nesse novo modelo de gestão?

Moacir: O treinamento entra como complemento de tudo isso. Não é mais aquela área que fica “inventando” curso pro pessoal fazer. Ele é focado exatamente na necessidade que as pessoas possuem, identificadas na avaliação de desempenho, nos processos de certificação ou nas carências apontadas pelo recrutamento e seleção. Às vezes, a empresa não consegue contratar um profissional com todas as qualificações necessárias para o cargo, então o treinamento entra para dar suporte e suprir essas carências. No caso da remuneração, é o treinamento que passa a comandar quando alguém deve ser “aumentado”, a partir dos níveis que este empregado evoluiu nos processos de desenvolvimento e capacitação.

LG: Se uma empresa, que ainda atua com políticas tradicionais de gestão de RH, deseja adotar a gestão por competências, qual o primeiro passo?

Moacir: É prioritário contar com o apoio político da Diretoria, pois a Gestão por Competências exige mudanças na forma de gestão da empresa. Pressupõe um ambiente mais fluído e participativo com a criação de um ambiente favorável ao comprometimento das pessoas com os objetivos da organização. A Gestão de Pessoas por Competência é incompatível com organizações onde predomina o “manda quem pode, obedece quem precisa do emprego”.



Administrador de Empresas graduado pela Universidade Mackenzie, especializado em Recursos Humanos e Master (MBA) em Tecnologia Educacional pela FAAP, José Moacir Jorge atua há mais de 40 anos com gestão de pessoas. Sócio Diretor da Q&R – Treinamento Empresarial e da SALNET Pesquisas e Remuneração, é consultor empresarial, palestrante e também professor de cursos aplicados à gestão de pessoas. É autor do livro Remuneração Estratégica – Como desenvolver atitudes empreendedoras por meio da remuneração – salnet@salnet.com.br / qr@qresultados.com.br.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Gestão por Competências na Retenção de Talentos

Uma pergunta que sempre aparece em meus Cursos e Palestras sobre Gestão por Competências é esta: Como a Gestão por Competências favorece a Retenção de Talentos pela Empresa? Trata-se de uma questão extraordinariamente importante, porquê em uma época de competitividade acirrada como Hoje, a Retenção Eficiente de Talentos é um dos Grandes diferenciais das Empresas Líderes de Mercado. Os Custos decorrentes da Evasão de Talentos são tão significativos que podem facilmente contribuir para a derrocada de uma Empresa. Existem diversas maneiras pelas quais o Modelo de Gestão por Competências estimula a Retenção de Talentos na Empresa – aqui eu gostaria de destacar algumas:




A Gestão por Competências favorece a Motivação e a Satisfação no Trabalho: Quando o trabalho se torna chato, repetitivo e não-desafiador, o interesse e a motivação vão embora não é mesmo? Após algum tempo, o colaborador começa a naturalmente buscar por outras oportunidades que façam melhor uso de seus Talentos. Isto é algo natural do ser humano. Todo ser humano busca expandir sempre o seu potencial a todo custo – e se não lhe for dada a chance de fazer isto onde ele estiver, ele irá procurar um lugar que lhe permita fazê-lo. Colaboradores insatisfeitos tende a demorar mais tempo na execução de suas tarefas – e a consumir mais recursos da Organização no processo – do que colaboradores satisfeitos. A Produtividade e a Qualidade, compreensivelmente, não só decaem: despencam. A Evasão de Talentos é, então, quase que uma certeza no futuro da Organização. A Gestão por Competências não só favorece a Identificação e o Aproveitamento destes Talentos na geração de Valor para a Empresa como também estabelece uma estrutura que provê novos Desafios e Oportunidades para o colaborador.



A Gestão por Competências favorece a Qualidade de Vida no Ambiente de Trabalho: Muito tem sido escrito sobre o papel das Empresas na promoção da Qualidade de Vida no Ambiente de Trabalho, bem como no favorecimento do Equilíbrio entre a Vida Profissional e Pessoal. Um fator importantíssimo desta equação é a capacidade dos colaboradores da Empresa em gerenciarem o Stress no dia-a-dia de trabalho. Um dos principais fatores desencadeadores do Stress no trabalho é a percepção, por parte do colaborador, de que a sua carga de trabalho é maior que a do colega ao lado – que possui, de resto, uma remuneração em tudo semelhante. Este tipo de percepção muitas vezes resulta em um sentimento de injustiça por parte do colaborador que tende a se disseminar pela Organização, gerando um afastamento dos colaboradores em relação à Empresa. A Gestão por Competências não só atua fornecendo um sistema que possibilita detectar este tipo de desnível como também permite corrigir estas discrepâncias através de um sistema de remuneração justo e confiável.



A Gestão por Competências favorece o Desenvolvimento Profissional e Pessoal do Colaborador: Pessoas de Talento podem ser tudo: menos acomodadas. Uma característica que todas as Pessoas de Talento têm em comum é a de estarem sempre buscando por novos Desafios e novas Oportunidades de Crescimento. A Gestão por Competências atende perfeitamente a esta necessidade ao contemplar diversos mecanismos de apoio ao Desenvolvimento do colaborador que vão desde o Plano de Desenvolvimento Individual até a Gestão de Carreira por Competências, que permitem ao indivíduo gerenciar o seu autodesenvolvimento até o Nível de Competência desejado.





Os Antigos diziam que "Quem não tem Competência não se estabelece!" e nunca isto foi tão verdadeiro como nos dias de Hoje, nos quais a Retenção de Talentos por parte das Organizações desponta como o Supremo diferencial na Gestão eficiente de Pessoas.



Contatos através do e-mail: contato@tadeualvarenga.com

Site: www.tadeualvarenga.com

http://www.empresasvale.com.br/publish/pub/talvarenga_1.php

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dicionário de Competências da Justiça Federal

DICIONÁRIO DE COMPETÊNCIAS DA JUSTIÇA FEDERAL

COMPETÊNCIAS INSTITUCIONAIS
GESTÃO DOPROCESSO JUDICIAL - Capacidade de coordenar e controlar as atividades processuais, entregando com eficiência e presteza a tutela jurisdicional
EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - Capacidade para empreender ações eficazes, sistêmicas e sinérgicas, contribuindo para o aperfeiçoamento e a celeridade do atendimento da justiça federal
GESTÃO DA MODERNIZAÇÃO - Capacidade de desenvolver a instituição, os grupos e os indivíduos na busca contínua de produtividade, otimizando os processos de trabalho e favorecendo a mudança de atitudes
GESTÃO DE PESSOAS - Capacidade de implementar políticas de gestão de recursos humanos orientadas a incentivar o desenvolvimento das competências necessárias para garantir a excelência na prestação de serviços
GESTÃO DE PROCESSOS - Capacidade tecnológica, estrutural e humana de coordenar, integrar, uniformizar e gerir a eficiência dos processos nas diferentes áreas para garantir os resultados da justiça federal
GESTÃO DA INFORMAÇÃO - Capacidade de processar e disponibilizar a informação atualizada de forma eficaz, promovendo a interação entre os órgãos da justiça federal, os demais poderes e a sociedade civil
GESTÃO DE ARTICULAÇÃO E PARCERIAS - Capacidade de atuar proativamente visando a interação entre os órgãos da justiça federal e a promoção de parcerias com as demais instituições na busca do cumprimento da missão
GESTÃO DE RECURSOS - Recursos financeiros, tecnológicos e estruturais, aferindo o cumprimento dos objetivos pretendidos pela justiça federal


COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS
ESCALA DE MENSURAÇÃO DOS GRAUS DE COMPLEXIDADE
AQUISIÇÃORefere-se ao grau em que o indivíduo demonstra possuir algumas competências necessárias para o desempenho da função, portanto encontra-se em fase de desenvolvimento
APLICAÇÃO
neste nível considera-se que o indivíduo possui as competências básicas necessárias para o desempenho da função e as aplica no desnevolvimento de suas atividades
DESTAQUE
Refere-se ao nível em que o ocupante da função já se sobressai na realização de suas atividades, ele demonstra que possui comportamentos relevantes
EXCELÊNCIA
Considera-se o grau mais alto de desempenho da função. Nesse nível o indivíduo demonstra comportamento que extrapola o exigido
VISÃO SISTÊMICA
Capacidade para reconhecer o seu papel, perceber a integração e a interdependência das unidades e demais aspectos que envolvem e compõem a Justiça Federal, visualizando tendências internas e externas e possíveis ações capazes de influenciar o futuro.
1 - AQUISIÇÃO
- Percebe a Justiça Federal como um todo e a correlação entre as unidades.
- Interage com as áreas correspondentes dos demais órgãos.
- Conhece os processos de trabalho de sua unidade e a atividade das demais.
2 - APLICAÇÃO
- Percebe e atua de maneira antecipada frente às necessidades da Justiça Federal.
- Promove a articulação entre sua unidade e as demais em busca de parcerias.
- Desenvolve seu trabalho guiado pela análise e compreensão das estratégias e objetivos próprios da Justiça Federal.
3 - DESTAQUE
- Interage sistematicamente com outros órgãos da Justiça Federal e demais instituições, promovendo visitas e reuniões técnicas.
- Tem clareza e comprometimento com os objetivos e valores da Justiça Federal, identificando as necessidades dos magistrados e servidores para enfrentar os desafios.
- Identifica o impacto das tendências e ações capazes de influenciar o futuro, analisando oportunidades e vulnerabilidades. 
4 - EXCELÊNCIA
- Assume responsabilidades e mobiliza os magistrados e servidores quanto aos projetos de transformação organizacional e superação de situações de contingências.
- Analisa os cenários internos e externos da Instituição para diante das tendências estabelecer as diretrizes, objetivos, estratégias e planos de ação alinhados com as necessidades da sociedade.
- Possui visão global da Justiça Federal, compreendendo o funcionamento, a estrutura, os processos e os serviços dos órgãos que a compõem, a fim de promover e assegurar a sua integração e aprimoramento.
- Implementa inovações contínuas e otimiza resultados para a Justiça Federal, com base nas tendências identificadas.
ORIENTAÇÃO A RESULTADOS
Capacidade de estruturar e estabelecer estratégias, metas e ações, atingindo os resultados esperados, dentro dos prazos e padrões pré-definidos.
1 - AQUISIÇÃO
- Executa o seu trabalho, direcionando seu esforço para as tarefas e procedimentos.
- Acompanha os resultados dentro dos prazos estabelecidos.
- Informa-se sobre as tendências, estratégias e objetivos da Justiça Federal.
- Planeja as atividades necessárias para o cumprimento das metas.
- Assume responsabilidades sobre sua área de atuação.
2 - APLICAÇÃO
- Define o seu papel e dos componentes da equipe, estabelecendo mecanismos de acompanhamento e controle de resultados.
- Envolve a equipe no alcance dos resultados.
- Estabelece parcerias alinhadas aos objetivos.
- Otimiza recursos financeiros, tecnológicos e humanos.
- Orienta-se sempre pelo plano estratégico ou pelas diretrizes da Instituição.
3 - DESTAQUE
- Implementa programas de planejamento estratégico.
- Estabelece metas superiores às exigidas.
- Atende de forma autônoma aos prazos e orçamentos, mesmo em situações de pressão ou contingenciais.
- Supera situações adversas e incrementa as ações.
- Avalia permanentemente a relação custo/benefício dos resultados.
4 - EXCELÊNCIA
- Promove o aperfeiçoamento dos processos de trabalho.
- Mantém o foco na qualidade dos resultados e na satisfação do cliente, mesmo em situações contingenciais.
- Busca alternativas para obter recursos financeiros, tecnológicos e humanos.
- Desenvolve idéias, implementa soluções criativas e resolve problemas para melhorar resultados antecipando o futuro.
CONHECIMENTO
Capacidade de agregar conceitos, informações, técnicas e experiências práticas, transformando-os em ações e comportamentos que visem a efetividade dos objetivos da Instituição.
1 - AQUISIÇÃO
- Domina o conteúdo de suas atividades e sabe explicitar suas práticas.
- Detém informações e conhecimentos técnicos relativos a sua área.
- Aprende com as experiências dos outros.
- Busca fontes de informação para solução de problemas da unidade.
- Participa de eventos de capacitação específicos da sua área de atuação.
2 - APLICAÇÃO
- Compartilha informações e troca experiências.
- Assimila com facilidade novos conhecimentos, desenvolvendo assim novas habilidades e atitudes.
- Reconhece suas limitações e os seus pontos fortes com objetividade.
- Aplica em sua atividade os conhecimentos adquiridos.
3 - DESTAQUE
- Administra sua formação profissional contínua participando sistematicamente de cursos, seminários, leituras e outros.
- Compartilha os conhecimentos adquiridos em eventos de capacitação.
- Estimula e participa de processos de aquisição de novos conhecimentos relevantes aos objetivos da Instituição.
4 - EXCELÊNCIA
- Promove o intercâmbio contínuo de experiências entre as unidades da Justiça Federal e entre outras Instituições.
- Obtém sistematicamente know-how, visando a sua atualização.
- Demonstra resultados acima do esperado a partir dos conhecimentos adquiridos, estimulando os outros no processo.
- Ministra aulas/palestras ou presta assessoria técnica a outros, dentro ou fora da Instituição.
- É um referencial dentro e fora da Instituição.
- Reconhece o conhecimento como recurso de gestão, facilitando e incentivando a aprendizagem organizacional, por meio de compartilhamento de informação, técnicas e experiências práticas.
CAPACIDADE EMPREENDEDORA
Capacidade de buscar e identificar oportunidades de ação, propor e implementar soluções, de forma assertiva, inovadora e adequada.
1 - AQUISIÇÃO
- Percebe cenários futuros e expressa aspectos relevantes para sua área.
- Demonstra entusiasmo frente a idéias inovadoras.
- Complementa idéias para o alcance de resultados efetivos.
- Busca mudanças nos processos da sua rotina de trabalho para obter melhores resultados.
- Adapta-se rapidamente às mudanças dos processos de trabalho.
2 - APLICAÇÃO
- Toma decisões e implementa suas ações com agilidade e comprometimento.
- Inova criando oportunidades de crescimento de pessoas e de grupos.
- Adapta e aplica conceitos e idéias implementados em outras áreas às suas tarefas cotidianas.
- Analisa e projeta situações futuras redirecionando suas ações para o alcance dos resultados da área.
3 - DESTAQUE
- Procura ativamente propor e participar de projetos que implementem inovações em sua área, dando opiniões, questionando e oferecendo alternativas.
- Enfrenta as adversidades, superando os obstáculos com determinação e criatividade.
- Assume riscos controlados nas estratégias inovadoras de trabalho.
- Acompanha atentamente as melhores práticas, sugerindo novas formas de desenvolver seu trabalho.
4 - EXCELÊNCIA
- Lidera projetos interdisciplinares ou processos de mudança, transmitindo entusiasmo e conseguindo apoio e compromisso de outros na direção dos objetivos pretendidos.
- Gera e implanta soluções inovadoras que afetam positivamente os resultados globais, antecipando-se às necessidades do cliente.
- Corrige desvios do processo vencendo resistências e mudando atitudes, comportamentos e resultados.
- Promove a criação de novos modelos, processos e serviços da Justiça Federal, agregando valores para sociedade.
LIDERANÇA
Capacidade de direcionar os esforços de pessoas e grupos para o alcance dos objetivos da instituição, incentivando o aprendizado, facilitando o desenvolvimento de indivíduos e equipes e promovendo um clima motivador e harmônico.
1 - AQUISIÇÃO
- Tem conhecimento do potencial das pessoas.
- Atua como mediador nos conflitos de interesses internos.
- Analisa problemas e toma decisões relativas a rotinas de trabalho.
- Atua simultaneamente em mais de uma atividade, estabelecendo prioridades adequadas.
- Desenvolve relacionamentos de confiança e respeito.
- Fornece todas as informações necessárias para executar as tarefas.
2 - APLICAÇÃO
- Define metas e objetivos globais para a equipe.
- Delega responsabilidades e proporciona espaço para novas idéias e iniciativas individuais.
- Compartilha as informações com a equipe.
- Direciona a equipe para o alcance de resultados.
- Desenvolve ações que apóiam o desenvolvimento das pessoas e da equipe.
- Identifica situações que fogem do padrão de controle previsto.
3 - DESTAQUE
- Gerencia conflitos e mudanças, mantendo o clima de trabalho positivo.
- Avalia sistemática e objetivamente o desempenho da equipe, elaborando planos de desenvolvimento.
- Assume as responsabilidades e os riscos inerentes ao cargo que ocupa.
- Delega responsabilidade, com base em critérios objetivos, levando em conta as aspirações individuais.
- Envolve a equipe na tomada de decisões referentes a situações ou problemas da Instituição.
- Toma decisões em situações contingenciais, com informações e prazos insuficientes.
4 - EXCELÊNCIA
- Acompanha os resultados globais e participa do desenvolvimento da Instituição sistematicamente.
- Influencia e participa da elaboração das políticas e estratégias da Justiça Federal.
- Atua como referência e forma gestores e líderes.
COMUNICAÇÃO
Capacidade de ouvir, processar e compreender as mensagens situando-as no contexto adequado, expressando-se e argumentando com coerência, usando o feedback de forma a facilitar a interação. 
1 - AQUISIÇÃO
- Compreende e assimila o conteúdo e o objetivo da mensagem
- Expressa-se de forma clara e acessível, utilizando o canal de comunicação adequado.
- Transmite a mensagem recebida sem distorções.
2 - APLICAÇÃO
- Apresenta comunicação oral e escrita de forma organizada.
- Demonstra saber ouvir, compreendendo o conteúdo da mensagem e os interesses e motivações do interlocutor.
- Questiona construtivamente os interlocutores sobre pontos subjetivos ou não compreendidos.
- Compartilha com sua área as informações que tem acesso.
- Estabelece contatos com facilidade sendo objetivo, claro e coerente em suas argumentações.
3 - DESTAQUE
- Demonstra domínio do assunto e empatia com seus interlocutores conseguindo o impacto pretendido.
- Oferece e recebe de forma adequada os feedbacks que incluem aspectos positivos e negativos.
- Participa ativamente de reuniões, encorajando os outros a compartilharem informações e idéias.
4 - EXCELÊNCIA
- Apresenta idéias de modo claro, utilizando estratégias de comunicação apropriadas para cada situação.
- Estimula a prática do feedback com cortesia e respeito, obtendo melhorias no comportamento da equipe.
- Estimula e acompanha a eficácia dos processos de comunicação e interação entre as unidades, intermediando pontos de vista diferentes em função dos interesses globais.
- Coordena reuniões organizando e sintetizando idéias.
- Representa a Justiça Federal em eventos externos.
FOCO NO CLIENTE
Capacidade de analisar o cenário, além de sua área de atuação, identificando as necessidades e as perspectivas do cliente interno e externo da Justiça Federal.
1 - AQUISIÇÃO
- Consegue identificar o seu cliente.
- Identifica e compreende de forma efetiva as demandas explícitas do cliente.
- Ouve o cliente e busca soluções satisfatórias para as solicitações apresentadas.
2 - APLICAÇÃO
- Questiona os clientes sobre suas necessidades, monitorando a satisfação deles.
- Prioriza a satisfação das necessidades do cliente na busca de soluções mais adequadas.
- Busca e implementa com flexibilidade as soluções propostas, visando resultados efetivos.
3 - DESTAQUE
- Compromete-se com o resultado das soluções propostas.
- Negocia sua proposta internamente, envolvendo os outros, a fim de satisfazer as expectativas do cliente.
- Disponibiliza canais de comunicação com o cliente, garantindo o pronto atendimento e o acompanhamento.
- Divulga a solução internamente a fim de melhorar o atendimento em outras unidades.
- Utiliza sistema de avaliação do grau de satisfação dos seus clientes, visando a elaboração dos planos de melhoria.
4 - EXCELÊNCIA
- Antecipa-se as necessidades do cliente melhorando os serviços.
- Estimula e influencia pessoas e instituições a colaborarem efetivamente para atingir os objetivos da Justiça Federal.
- Lidera projetos corporativos para incrementar o grau de satisfação dos clientes e melhorar a imagem da Instituição.
- Avalia sistematicamente os resultados alcançados visando a reformulação dos objetivos estratégicos.
TRABALHO EM EQUIPE
Capacidade de trabalhar em grupo, integrando e respeitando a diversidade de conhecimentos, valores, talentos e personalidades, superando interesses individuais na busca de objetivos comuns.
1 - AQUISIÇÃO
- Compartilha informações e conhecimentos.
- Assimila pontos de vista diferentes das próprias idéias.
- Mantém foco no trabalho sem dispersão quando atuando em equipe.
- Colabora com outros na execução das tarefas.
- Demonstra interesse em aprender com os outros.
2 - APLICAÇÃO
- Divide tarefas descentralizando.
- Assume responsabilidades e cumpre os compromissos estabelecidos na equipe.
- Procura ativamente intercâmbio de informações e conhecimento.
- Solicita e fornece idéias para soluções de problemas.
- Respeita e aceita outras opiniões, ainda que sejam contrárias às suas, privilegiando o benefício comum.
3 - DESTAQUE
- Toma iniciativa para promover a integração das pessoas e das áreas.
- Envolve todas as pessoas na definição de objetivos comuns.
- Estimula atitudes de ajuda mútua entre os colegas de trabalho.
- Administra conflitos grupais.
- Demonstra compromisso com os resultados, assumindo as decisões do grupo.
4 - EXCELÊNCIA
- Cria e trabalha com grupos de pessoas que detêm habilidades e conhecimentos diversos e complementares, obtendo sistematicamente resultados relevantes.
- Mantém a equipe trabalhando eficientemente, estimulando e equilibrando a participação de todos.
- Exerce uma liderança participativa e eficaz por meio de sua empatia com o grupo.
- Atua como elemento catalisador entre os órgãos da Justiça Federal e demais instituições em torno dos objetivos estratégicos.
NEGOCIAÇÃO
Capacidade de conciliar interesses divergentes buscando equilíbrio de soluções satisfatórias para as partes envolvidas.
1 - AQUISIÇÃO
- Conhece os serviços que a Justiça Federal oferece.
- Domina os serviços da sua área de atuação.
- Identifica e compreende de forma efetiva os interesses e os aspectos envolvidos na negociação de sua unidade.
- Expressa-se com clareza e objetividade.
2 - APLICAÇÃO
- Cultiva o relacionamento com clientes internos e fornecedores, visando resultados para a Justiça Federal.
- Argumenta com consistência, com base em dados, visando resultados efetivos.
- É flexível em suas soluções, aceitando contraproposta dos clientes, quando necessário.
- Mantém bom relacionamento interpessoal ouvindo as partes envolvidas com foco nos objetivos da negociação.
- Identifica e compreende de forma efetiva os interesses e os aspectos envolvidos na negociação de sua área.
- Obtém sucesso relevante para as partes envolvidas.
3 - DESTAQUE
- Assume responsabilidades pelos compromissos firmados na negociação.
- Concilia interesses divergentes no processo de negociação entre as Unidades da Justiça Federal.
- Argumenta com coerência e consistência de forma a convencer pessoas-chave envolvidas na negociação.
- Identifica e compreende de forma efetiva os interesses e os aspectos envolvidos na negociação nas diversas áreas.
4 - EXCELÊNCIA
- Realiza negociações que impactem no alcance dos resultados globais da Justiça Federal.
- Integra interesses divergentes no processo de negociação com o Governo e instituições de caráter estratégico para a Justiça Federal.
COMPETÊNCIA INSTITUCIONALCOMPETÊNCIA COMPORTAMENTAL
Necessária para sua implementação
GESTÃO DO PROCESSO JUDICIAL• Orientação a resultados
• Trabalho em equipe
• Conhecimento
• Visão sistêmica
EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS• Foco no cliente
• Trabalho em equipe
• Orientação a resultados
• Capacidade
GESTÃO DA MODERNIZAÇÃO• Negociação
• Capacidade empreendedora
GESTÃO DE RECURSOS• Visão sistêmica
• Capacidade empreendedora
• Negociação
• Conhecimento
GESTÃO DE PESSOAS• Liderança
• Trabalho em equipe
• Conhecimento
• Comunicação
GESTÃO DE PROCESSOS• Visão sistêmica
• Orientação a resultados
• Liderança
GESTÃO DA INFORMAÇÃO• Comunicação
• Conhecimento
• Foco no cliente
• Visão sistêmica
• Capacidade empreendedora
GESTÃO DE ARTICULAÇÃO E PARCERIAS• Liderança
• Negociação
• Trabalho em equipe
• Orientação a resultados


http://conline1.cjf.jus.br/phpdoc/pages/sen/gestao/dicionario.htm