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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O novo líder é da geração teenNETagers

Não adianta reclamar, se o mundo ainda não globalizou é por que não prestamos a devida atenção na geração dos teenNETagers, os nascidos de 1997 para cá seriam a marca da globalização verdadeira?


Os nascidos de 97 para cá, e que na virada do século faziam seu primeiro ou segundo aniversário, enquanto vivíamos o falso apocalipse do 'bug do milênio', vocês estão lembrados?
Gastamos uma grana nas corporações e instituições com a crença de que o final dos tempos iria ocorrer, pois o sistema binário ia apagar. O ano 2000 chegou e o que ocorreu foi que a interatividade e o domínio da informação alavancou.  Não adianta reclamar, ou você aprende com as crianças de 12 e 14 anos, a respeito do futuro que já começou, ou dança como líder. Essas crianças estão unidas e jamais serão vencidas.
A “little Ruth” que conheci em Jerusalém – Israel, na semana passada, com 13 anos de idade é  extremamente parecida com a pequena Luciana, minha filha de 14 anos, que é quase igualzinha ao “little Takashi”, lá de Hiroshima, filho do meu amigo japonês; que por sua vez é um quase “clone” da Corey la de Pretoria – África do Sul, filha do meu amigo que trabalha na mídia local. “Ah, mas é assim mesmo, você anda exagerando, Tejon!” É assim mesmo, enquanto que no Uruguay o programa OLPC, one-laptop-per-child, invade a todos os “niños” da pirâmide da base escolar, e em Rondônia os pequenos índios da Tribo dos Suruis são alfabetizados pelas equipes do “Google“.
Isso quer dizer, a nova geração é a globalização real e verdadeira. São parecidos no mundo inteiro, não esperam enfrentamentos estóicos e, creio, estarão muito menos preparados para os fanatismos e as loucuras dos seus ancestrais, ou de dar as suas vidas pelas guerras ultrapassadas. Eles andam curtindo os Justin Bieber’s da vida, as Lady Gaga’s, e afirmam que email já era, o assunto agora é “ facebook”.
E você, como fica o líder do futuro? Como é o seu preparo para comandar em 2022, quando essa turminha do barulho ou da net, estiver começando a sair das faculdades, e entrar no mercado de trabalho. Se bem que o neto do Pelé, com 12 anos de idade disse que precisa pensar desde já na sua carreira…  Será que essa liderança da nova geração do futuro, já não tem início hoje, no presente? Creio que sim.
Executivos e estudiosos de “RH” revolvei, e revolucionai!!! O talento não vai mais esperar 20 anos. Tudo será como no futebol. Inicia aos 12, ou como com os gênios, inicia quando nascem. Existe muito mais instrução, educação, disciplina e formação na vida dos gênios, do que são reveladas nas suas vãs biografias.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Conheça a geração Z

Por Claudia Valls, Atualizado: 14/10/2010 12:49


Conheça a geração Z

Eles nasceram entre 1994 e 2000 e estão chegando para mudar o mercado de trabalho


Para essa geração, os CDs já são “vintage”e as amizades são contadas pelo Facebook e Orkut. Bem vindos à “Geração Z”. Fontes diferentes a definem de acordo com datas variáveis, mas para efeito de escrever este artigo, tal geração será situada entre aqueles que nasceram, mais ou menos, entre 1994 e 2000. As crianças lêem através do Kindle ou do iPad e suas canções de ninar são baixadas por U$ 0,99 no iTunes. Eles são mais espertos do que a nossa geração e demandam que os levemos a sério como futuros consumidores.




Definir a geração Z como bem integrada às tecnologias é tão obvio como dizer que o marketing visa atingir os consumidores. Os “Zers” são a tecnologia. Assistiram o primeiro presidente ser eleito através o esforço em massa das redes sociais. Entendem que 140 caracteres não são apenas uma contagem de letras e espaços e, sim, uma arma a ser usada.



Obviamente, há motivos legítimos para preocupações no que diz respeito ao tempo que a molecada passa on-line em detrimento do que gasta no “mundo real”. Mas é necessário que se indague se o tempo que se dedicam à internet é, necessariamente, uma coisa ruim. Graças ao Facebook, Skype, Orkut etc., esses garotos estão se comunicando, de fato, com familiares e amigos espalhados por toda parte sem a necessidade de estarem no mesmo espaço físico. Isso quer dizer que “socializar” não é, necessariamente, estar fisicamente com os amigos, sair com eles, fazer compras em suas companhias, mas que se trata de uma atividade que ocorre como uma experiência on-line solitária, mesmo que colaborativa e interativa.



Apesar disso, essa geração não esta confinada a um cômodo com seu PC, pois todos os aparelhos de que precisam para se manterem eternamente conectados à internet estão à mão, onde quer que estejam. Essa é uma das diferenças mais marcantes entre as gerações Y e Z. A primeira ainda se lembra da vida pré-proliferação de tecnologias em massa, enquanto a segunda é definida, com freqüência, como os “nativos digitais”. Este fato fez com que a geração Z seja impaciente, indiferente, introvertida, requeira gratificações instantâneas e tenha uma capacidade de concentração menor em relação às outras gerações.



Como a maior parte da geração Z tem, atualmente, 13 anos de idade, em cinco anos essas “crianças” estarão trabalhando, recebendo seus salários e consumindo. Este grupo, nascido depois de 1994, começa a ter grande impacto no ambiente dos consumidores. E os publicitários já estão adotando estratégias diferentes para as diferentes gerações.



Menos interessados em mídias passivas e gastando um tempo enorme em redes sociais, esta geração deu um novo significado ao termo “audiência interativa”. Ao tentar alcançar a geração Z, as marcas e os publicitários devem reconhecer que seu novo consumidor alvo se tornou um expert em marcas. O maior desafio dos departamentos de marketing será abraçar suas características como investimentos de longo prazo para a construção de um relacionamento duradouro. Seu maior risco é subestimar a maturidade do consumidor Z.



A tarefa torna-se, então, achar a melhor forma de atrair esse segmento para o mercado. Considere o botão “Like”, presente em muitos sites de redes sociais. “Gostar” de um produto pode levar amigos a fazerem o mesmo e a fidelidade à marca será gerada de forma espontânea a partir dos próprios consumidores. Tais marcas precisam entender a Geração Z como uma aliada de marketing, e devem estar abertas à sua participação. Além disso, necessitam trabalhar para proporcionar formas cada vez mais interessantes e originais para personalizar seus produtos, compartilhá-los com os indivíduos desta geração e evangelizá-los. E a sua empresa? Já está antenada com os “Zers”?



*Claúdia Valls é analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo – Núcleo de Inteligência Digital, que promove o curso Redes Sociais para os Negócios – Como utilizá-las para estreitar relações com seus consumidores, no dia 20 de outubro, no Rio de Janeiro. Mais informações no www.idigo.com.br.

http://tecnologia.br.msn.com/especiais/artigo.aspx?cp-documentid=25944720