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sexta-feira, 9 de março de 2012

A sexta competência mais valorizada nas empresas

A consultoria McKinsey fez uma pesquisa com 140 executivos com o objetivo de mapear as características comportamentais mais valorizadas num profissional dentro da empresa, isto é, eles queriam descobrir quais as aptidões mais importantes para um profissional desucesso, que conseqüentemente traz mais resultados para a organização.
Foram destacadas oito competências básicas, mas a que me chamou mais atenção foi o OTIMISMO.
Há muito tempo reservo alguns minutos para falar sobre esta característica em minhas palestras e treinamentos, pois não há dúvida nenhuma de que profissionais otimistas são muito mais produtivos do que os profissionais pessimistas.
O pessimista quando vê uma dificuldade ele simplesmente para ou age de uma forma mais lenta, pois não acredita que é possível entrar em ação, já o otimista vê a mesma situação e inicia uma busca incessante para resolver o problema, pois ele acredita que esta situação pode ser resolvida.
É como diz a velha frase: “Prefiro ser um otimista que às vezes erra, do que um pessimista que acerta sempre”.
Em meu livro Resiliência – Como superar pressões e dificuldades no trabalho conto a história de Robson Zinder um empresário que perde o seu supermercado num incêndio e vê todo um sonho ruído em chamas. Se Robson fosse um profissional pessimista provavelmente pararia ou andaria muito lento, mas ele é uma pessoa otimista, acredita que é possível reverter a situação e começa a organizar almoços para a sua rede de contatos com o intuito de arrecadar recursos para a reconstrução. Hoje, Robinho chega a agradecer o incêndio, pois reconstruiu o seu negócio deixando-o ainda maior e melhor.
Os otimistas sempre criam melhores soluções para resolver os problemas do trabalho, pois segundo um estudo da mesma consultoria McKinsey, o medo que surge com o pessimismo faz com que o cérebro crie apenas raciocínios de sobrevivência e não age para solucionar os problemas.
E você é uma pessoa mais pessimista ou otimista? Você acredita que é possível reverter situações complexas ou paralisa mediante as adversidades no trabalho?
Lembre-se da velha máxima em Programação NeuroLinguistica:
“Se você acha que pode, você está certo, se você acha que não pode você também está certo.”
Abraços e até a próxima.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Menos reclamação e mais ação

Executivo ensina como melhorar o quadro do funcionário que só reclama na empresa
10/11/2011 09:47
Autor: Ricardo Piovan

Pesquisas demonstram que a reclamação é um dos principais comportamentos que mais demitem nas organizações brasileiras. Existem algumas pessoas que perante um problema ou uma pressão mais acentuada costumam utilizar a energia da raiva erroneamente, transferindo-a aos músculos da boca e começam a reclamar sem parar, culpando o chefe, o colega, a empresa e até mesmo o cliente (aquela pessoa que paga o salário do reclamador).

Na verdade o "reclamão" é uma pessoa medrosa, isto mesmo, o medo é que se apodera dela, mas como na nossa cultura mostrar medo é demonstrar fraqueza, a pessoa veste a máscara da raiva e inicia o processo de reclamação. Na verdade os "reclamões" têm medo de entrar em ação para resolver o problema, pois não têm competência para isto, ou até mesmo medo de pedir demissão e partir para outra, concorrendo com outros candidatos que com certeza são mais corajosos que ele.

Se você tem estes "reclamões" a sua volta, darei duas sugestões para você ajudá-los a saírem deste estado que só atrapalha a carreira deles e a saúde da empresa:

1- Dê feedback: as pessoas percebem apenas dez por cento daquilo que fazem no dia a dia, noventa por cento do que fazemos está no piloto automático. Dizer em claro e bom tom, demonstrando para a pessoa que enquanto ela reclama muita gente tem sucesso na empresa, você estará mostrando para ela os noventa por cento que ela não vê. Quanto mais pessoas disserem isto para ela, aumentam as chances dela aceitar e iniciar a mudança comportamental.

Mas caso esta opção não adiantar, temos uma segunda sugestão.

2- Afaste esta pessoa, para o bem dela e para o seu próprio bem. Na verdade o "reclamão" precisa de duas coisas: da boca dele e da orelha de alguém. Se você não dá ouvidos a esta pessoa, ela não tem com quem reclamar e aumenta a chance de fazer algo para mudar este processo. Afastar estas pessoas é bom para você também, pois muitas vezes ouvimos estas pessoas e também começamos a reclamar.

Sempre que apresento esta segunda opção nos meus treinamentos de inteligência emocional algumas pessoas pensam: "nossa e se eu durmo com um "reclamão" deste?". Sim, existem pessoas que acordam todos os dias com os "reclamões" de plantão. 

É necessário compreender que quando reclamamos canalizamos nossas energias para o lugar errado, isto é, utilizamos a energia para produzir palavras que não fazem mudanças e sim que trazem mais problemas. No momento em que as coisas não estão indo de acordo com a nossa vontade, é hora de entrar em ação respondendo uma simples pergunta: se eu não tivesse medo, o que eu faria?

A resposta a esta pergunta é o que deveríamos ponderar, analisando os riscos, planejar e realizar, pois pode ser uma das soluções para mudar o que precisa ser mudado.

Ricardo Piovan é palestrante, escritor, consultor organizacional e fundador da Portal Fox 



domingo, 3 de julho de 2011

Líder: ame o seu liderado como a si mesmo.

Líder: ame o seu liderado como a si mesmo.

12 de janeiro de 2010


imagescalfpjls1Essa é uma idéia de James Hunter, autor do livro “ O Monge e o Executivo “, com a qual concordo integralmente. Ele conta que falar de amor em cursos de liderança geralmente provoca estranheza em algumas pessoas, especialmente executivos engravatados, que reagem com surpresa e até desconforto assim que ouvem esta afirmação pela primeira vez.


O conceito de amor que Hunter emprega, porém, é bem diferente do sentimento de paixão e romantismo que temos por nossos parceiros ou do afeto que sentimos por nossos filhos. 


O conceito a que se refere é o do amor universal, que, na liderança, se expressa pelo respeito e a consideração pelo outro, o interesse por seu bem-estar e o desejo autêntico de vê-lo feliz – um sentimento, como se vê, que pode-se ter em relação a qualquer pessoa. 


Na definição de James Hunter, amor é “o ato de se colocar à disposição dos outros, identificando e atendendo suas reais necessidades e sempre procurando o bem maior”. Ainda segundo o autor, esse conceito de amor está baseado em oito comportamentos que descrevo a seguir.

- Paciência – Ser paciente é ser capaz de manter o autocontrole em situações que vão contra a nossa vontade ou aquilo que consideramos correto. A paciência nos impede de ter uma explosão de raiva com o colaborador que comete um erro grosseiro ou faz tudo diferente do que o orientamos a fazer. Trata-se de uma qualidade, enfim, que nos ajuda a manter o equilíbrio e lidar de uma maneira mais racional com as situações adversas que encontramos.

- Gentileza – Ser gentil é dar atenção e demonstrações de consideração para com os outros. Atender prontamente o chamado de um colaborador que pede ajuda, ouvir com atenção o que ele nos diz e usar as palavras “por favor” e “obrigado” são maneiras de expressar gentileza e fazer a pessoa se sentir considerada.

- Humildade – Oposto da vaidade, da arrogância e do orgulho, a humildade nos faz compreender que não somos os donos da verdade, podemos falhar às vezes e não temos todas as respostas. Sobre os líderes humildes, Hunter diz: “Autênticos, eles não posam de sábios, estão sempre disponíveis e, de certa forma, vulneráveis, pois têm o ego sob controle e não se baseiam em ilusões de grandeza, acreditando ser indispensáveis para a empresa”.

- Respeito – Respeitar é reconhecer o valor dos outros. O fato de ocuparmos a posição de líderes não nos torna melhores do que nossos colaboradores nem os torna piores do que nós: todos somos seres humanos, dignos da mesma consideração. A melhor maneira de demonstrar respeito pelas capacidades dos outros, na visão de James Hunter, é delegar-lhes responsabilidades.

- Altruísmo – Trata-se da capacidade de atender as necessidades dos outros antes mesmo das suas. Ser altruísta é capaz de fazer sacrificios e abrir mão de vantagens pessoais para obter benefícios para a equipe. Isso parece ingenuidade num mundo em que predomina a lógica individualista, mas não aos olhos dos colaoboradores, que desenvolvem sentimentos de admiração e respeito por um líder altruísta.

- Perdão – Baseia-se na consciência de que as pessoas têm limitações e fraquezas, que erram e merecem uma chance de acertar. Se um líder não for capaz de perdoar o colaborador por seus deslizes, como poderá desenvolvê-lo? O perdão não é bonzinho nem faz vista grossa para o erro do colaborador, mas aponta o erro, exige reparação e não guarda ressentimento.

- Honestidade – Na liderança, a honestidade se manifesta pela atitude de falar a verdade, ser transparente, não enganar nem tentar manipular o colaborador. O líder honesto inspira confiança nos liderados, condição básica para criar um ambiente de trabalho saudável e favorável ao desenvolvimento das pessoas.

- Compromisso – Hunter define essa qualidade como “ser fiel à sua escolha”. O líder compromissado com o desenvolvimento de sua equipe toma decisões alinhadas com esse objetivo e jamais o perde de vista. O mesmo vale para outros objetivos, como alcançar os resultados estabelecidos para o setor, concluir projetos no prazo etc. “Os melhores líderes servidores são aqueles que assumem compromissos e os cumprem”, diz Hunter, acrescentando que um líder só tem autoridade moral para pedir comprometimento da equipe se ele próprio tiver esse comprometimento.� 
Aos que perguntam a James Hunter se o líder deve ser capaz de gostar mais das pessoas, ele responde que a maneira como se trata as pessoas é mais importante que os sentimentos que se tem por elas. “Muita gente questiona se é possível simular o comportamento amoroso. Minha resposta é que não se deve preocupar com o sentimento, e sim praticar os comportamentos do amor”.


Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional 

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Como lidar com pessoas difíceis no trabalho


Como lidar com pessoas difíceis no trabalho

25 de novembro de 2009
angerProvavelmente você já se deparou com pessoas complicadas dentro da empresa, pessoas que estão a todo tempo reclamando, dizendo que tudo é impossível, desrespeitando o próximo, sendo muito agressivo e por aí vai. 
Estas pessoas tem como estado de EGO predominante o que chamamos de PAI CRÍTICO, isto é, pessoas que são críticas em relação a outras pessoas e fatos. Provavelmente um indivíduo com este estado de EGO já está criticando este artigo sem ao menos lê-lo até o final. Veja as características destas pessoas:
 - Palavras: Pare, Não, Ridículo, Está errado, É complicado;
 - Tom de Voz: Ríspido, Cortante, Imperioso;
 - Postura: Rígida, Ereta, Tensa;
 - Expressão: Cenho franzido, Bravo;
 - Gestos: Dedo em riste, Pé batendo, Mão na cintura.
Para lidar com estas pessoas a última coisa que você deve fazer é invocar o seu PAI CRÍTICO também, pois com certeza haverá conflito entre vocês dois, pois PAI CRÍTICO não tem racionalidade e flexibilidade, e em momentos de conflitos o que é mais necessário é a flexibilização dos dois lados.
Para convencer uma pessoa difícil você deve utilizar o seu estado de ego ADULTO, este estado é equilibrado, atencioso e questionador. Quando você dá atenção a um PAI CRÍTICO utilizando o seu estado de ego ADULTO, e começa a fazer perguntas para ele como: “O que você faria para resolver esta questão ? “, “Onde você acha que erramos e o que poderíamos fazer diferente ?, você está estimulando ela a refletir o assunto com o “córtex pré frontal”, parte do nosso cérebro relacionada a “razão” e não a “emoção” que é comandada pela “amígdala” ( Veja o artigo chamado Sequestro da Amígdala ). A amígdala é responsável pelas nossas atitudes intempéries que impedem a racionalização do problema.
Assim que você começar a utilizar o seu ADULTO dando atenção e questionando, a pessoa com quem você está conversando sai do PAI CRÍTICO e vem para o ADULTO também. E adulto com adulto se entendem, pois têm flexibilidade e harmonia.
Não precisamos ir tão longe assim, caso seu marido ou esposa venha com o PAI CRÍTICO, sendo comandados pela amígdala ( lado emocional ) se você vier com seu PAI CRÍTICO haverá confusão e não chegarão a nenhum acordo, mas se você vier com seu ADULTO, dando atenção e fazendo perguntas relacionadas ao problema, o marido ou a esposa automaticamente também irão utilizar o seu estado de ego adulto, e tudo então ficará mais fácil para ser resolvido.
Parece muito simples o que coloco e realmente é simples, o que atrapalha nesta técnica é a falta de paciência de quem aplica. Muitas vezes a pessoa que você está se relacionando tem o PAI CRÍTICO muito forte, portanto, o tempo para ele cair no ADULDO acaba sendo um tanto longo, e por este motivo muito pessoas acabam desistindo dela, mas acredite que vale a pena, pois quanto mais paciente você for, mais você estará comandando o conflito e aprendendo a se relacionar com pessoas que possuem o PAI CRÍTICO muito elevado, afinal ao longo de nossas vidas encontraremos muitas pessoas com este estado de ego predominante.
Resumindo, para lidar com pessoas difíceis você precisa de três atitudes: Dar atenção, questioná-las respeitosamente e paciência.
Volto a lembrar a frase de James Hunter: “A definição de insanidade e você continuar a fazer a mesma coisa desejando um resultado diferente”.
Experimente algo novo e veja se um novo resultado acontece.


Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br

Como influenciar e persuadir o seu chefe


Como influenciar e persuadir o seu chefe

4 de novembro de 2009
Recebo muitas reclamações, em minhas palestras e treinamentos, relacionadas à dificuldade de influenciar os chefes para mudanças, sejam em procedimentos, especificações de produtos, investimentos ou simplesmente vender a idéia de um novo conceito. Independentemente do que você deseja persuadir o seu chefe, seguem algumas dicas de como convencê-lo do que você deseja mudar ou fazer:
. CONFIANÇA: antes de vender uma idéia ao seu superior tenha a convicção de que ele o considera uma pessoa confiável e assertiva, pois na maioria das vezes os chefes dizem NÃO “as pessoas” e não “as idéias”, simplesmente porque não confiam que elas realizarão um bom trabalho ou que tenham boas idéias. Antes de vender idéias venda assertividade e confiança.
. CONHECIMENTO: o primeiro ponto que você deve aprimorar é o conhecimento daquilo que você pretende mudar. Seu chefe deve sentir segurança na sua fala, portanto esteja embasado para responder com supremacia a qualquer pergunta que ele faça para você. Se o seu objetivo é a liberação de uma verba extraordinária para vincular uma nova propaganda em algum site da internet, tenha detalhadamente os números de acessos, quem são os leitores, horários de maior visualização e etc. Muitas vezes a informação completa alinhada com a confiança já determina o convencimento.
. ENTUSIASMO: Você está totalmente convencido que a sua idéia é extraordinária? Você precisa apresentar o seu projeto com convicção e alegria demonstrando ao seu chefe que a possibilidade de êxito é certa, se você não estiver convencido de que sua idéia é fantástica provavelmente o seu chefe também não a achará. Apresente antes sua idéia para outras pessoas, talvez elas tragam a luz “gaps” que devem ser ajustados antes da apresentação final.
Palestra sobre Resiliência dia 18.11.2009 - Acesse este link
Treinamento de Liderança dia 19.11.2009 - Acesse este link 
. TENHA UM PLANO B: Caso não tenha sucesso após demonstrar conhecimento e vender sua idéia com entusiasmo, apresente um plano B para testá-la. Caso esteja querendo uma verba para viajar para outra cidade com o objetivo de aumentar as vendas e não está conseguindo este consentimento, solicite a permissão para fazer ligações a empresas deste novo local oferecendo os produtos por telefone avaliando assim a receptividade, e após colher estes dados diga que apresentará uma planilha demonstrando o interesse ou não das empresas no produto. Com o plano B você deixa a sua idéia viva para reflexões futuras.
. PERSISTÊNCIA: Não desistir é uma das principais características do poder de influência e persuasão, pois ao persistir você reavalia novas formas de fazer ou até mesmo de refletir se cometeu algum erro nos pontos anteriores. Será que sou de confiança? Será que o conhecimento foi suficiente para vender a idéia? Expressei-me com entusiasmo? Apresentei um plano paralelo para aquilo que desejava?
O poder de influenciar qualquer pessoa está alinhado ao real desejo individual, tal afirmação está embasada na célebre frase de Napoleon Hill onde ele destaca:
“Homens e mulheres que realmente desejam algo sempre encontram um caminho, para aqueles que não desejam tão fortemente assim encontram apenas obstáculos.”
Abraços e cadastre-se no blog para receber novos artigos.
Veja nossas palestras e treinamentos no site: www.portalfox.com.br
Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br

Insucesso Profissional: 87% das pessoas são demitidas por problemas comportamentais


Insucesso Profissional: 87% das pessoas são demitidas por problemas comportamentais

29 de outubro de 2009
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Qualquer treinamento que ministro seja ele de liderança, resiliência, assertividade ou trabalho em equipe, sempre apresento a pesquisa da revista VCSA sobre os motivos das demissões nas empresas. Após verificar as causas do cartão vermelho dado pelo líder a revista chegou à seguinte conclusão: a cada 10 demissões no mercado de trabalho 8,7 delas são problemas comportamentais e apenas 1,3 está ligado à deficiência técnica.
São as atitudes das pessoas que as estão demitindo ou impedindo o seu sucesso dentro das organizações, costumo dizer que os 1,3 demitidos por insuficiência técnica também é um problema comportamental, pois a procrastinação ou a preguiça de buscar o conhecimento impossibilita a pessoa de estudar e resolver a sua dificuldade.
Outra pesquisa realizada com líderes e empresários aborda as 10 atitudes dos profissionais talentosos, aqueles que fazem diferença nas organizações e conseqüentemente são promovidos ou colocados em posição de destaque nas corporações:
1- Ele não é o mais inteligente e sim o mais comprometido com a empresa.
2- Ele realiza o que é delegado imediatamente, sem reclamar.
3- Ele colabora com seus colegas de trabalho, mesmo quando a tarefa  não é de sua área.
4- Ele participa, dá opiniões, mesmo correndo o risco de não ser bem entendido.
5- Ele termina o que começa.
6- É o que presta atenção nos detalhes naquilo que faz e procura fazer tudo bem feito.
7- Ele sempre faz mais que o solicitado, a todo tempo quer exceder nas suas atividades
8- É o que está sempre procurando saber mais sobre a empresa, participando dos cursos e palestras, para servir melhor clientes e colegas.
9- É aquele que não trabalha olhando o tempo todo para o relógio para ir embora.
10- É aquele que respeita o ambiente de trabalho desde como se veste, até como se comporta, e principalmente o que fala.
Incentivo as pessoas a não se limitarem na busca pelo aprimoramento técnico, mas também o autoconhecimento para aperfeiçoar os seus comportamentos pois não tenha dúvida que as atitudes limitantes podem comprometer o sucesso profissional.
Para validar este artigo gostaria de compartilhar com você a celebre frase de Peter Drucker, o guru da administração moderna: “As pessoas são contratadas pelo seu CV ( habilidades técnicas ) mas são demitidas pelos seus comportamentos”.
Caso tenha interesse, acesse este link e veja indicações de livros e treinamentos comportamentais para o seu aprimoramento.
Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br

Por que os funcionários invalidam os feedbacks de seus líderes?


Por que os funcionários invalidam os feedbacks de seus líderes?

16 de outubro de 2009
feedback2Sou um grande entusiasta do FEEDBACK, pois este recurso é fundamental para a evolução de líderes e liderados nas organizações.

Muitas literaturas sobre o tema definem FEEDBACK como “um processo de amor que visa o desenvolvimento do próximo”. Quando apresento este conceito, as pessoas me olham com desconfiança, mas notem que enquanto há feedback existe amor entre as partes.

Em um feedback onde a esposa diz ao marido que o casamento não está indo muito bem ainda há amor, pois a companheira quer que isto mude e ambos vivam com a mesma paixão de antes, quando se conheceram. Mas quando a esposa para de falar sobre o que não está bom, há uma grande chance de o amor ter acabado, iniciando assim uma separação mental na cabeça da mulher para posteriormente ocorrer à separação física.

No ambiente corporativo é a mesma coisa. Enquanto um líder “feedbeca” seu liderado ainda há amor, pois há o desejo de desenvolvimento do funcionário, apontando a ele os pontos que necessitam de melhorias, como talvez mais iniciativa, atender melhor os clientes, gerenciar melhor o seu tempo e assim vai. Mas quando o chefe se cala, não aplicando mais feedbacks, há uma possibilidade de que o amor tenha acabado e a partir deste momento a liderança aguarda ansiosamente que o colaborador continue errando, para ter motivos concretos para a demissão.

O grande problema do quadro acima é que os líderes fazem este processo de amor com ofensividade, pois aprenderam com seus líderes anteriores, na infância ou com seus pais a aplicar feedbacks pesados chegando ao desrespeito, mas acreditem que mesmo carregados destes aspectos negativos ainda existe o amor, o amor para a mudança.
Os liderados precisam de inteligência emocional neste momento, e entender que este processo não é crítica e sim uma grande oportunidade de melhorar o que precisa ser melhorado. A dica é pegar toda a ofensividade da liderança e mandá-la para Deus, pois ele tem amor suficiente para transformar esta ofensividade em mais amor e pegar deste feedback a essência do que o seu líder está querendo dizer. Talvez o seu líder esteja dizendo que você precisa ser mais proativo, buscar mais conhecimento técnico, aprimorar a qualidade do seu trabalho ou até mesmo mostrar que você tem um potencial maior do que imagina.

Precisamos compreender que feedback é uma fantástica oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal. Ele é um PRESENTE oferecido pela pessoa que vê com mais clareza nossos comportamentos limitantes. Não há dúvida que a liderança tem problemas comportamentais como a arrogância na hora de aplicar o feedback, mas isto é outro problema que podemos conversar em outro artigo. Precisamos buscar a ponto central do feedback, pois ali há uma grande oportunidade de transformarmos comportamentos que nos limitam em comportamentos que nos potencializam.

Disponibilizo a você um teste chamado Janela de Johari que permite o autoconhecimento na habilidade de receber e aplicar feedbacks. Faça o download e verifique se você tem facilidade em utilizar esta poderosa ferramenta de gestão. Acesse este link para fazer o download.
Até a próxima e convido você a conhecer o treinamento: Liderança Assertiva - O Líder Completo acessando este link.

Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional