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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O estilo agressivo
O Estilo Agressivo: Se obteve uma pontuação elevada nesta categoria, considera qualquer conversa como um duelo do qual tem sempre de sair vencedor. Suspeita que todos pensam assim e, portanto, parte logo ao ataque, sem analisar cada nova situação.
Aspectos positivos: Como a maioria das pessoas evita confrontos, certamente não o perturbarão se, por exemplo, trabalhar sozinho, este carácter agressivo e desconfiado pode funcionar a seu favor para aumentar a produtividade da Empresa.
Aspectos Negativos: Qualquer área da Vida que necessite de Cooperação (incluindo as relações de natureza pessoal) pode ser difícil. Os amigos começarão a preparar defesas contra os seus ataques e as suas relações íntimas azedarão.
Origem provável: Experiência do passado talvez o tenha convencido de que o mundo é uma selva na qual o melhor lema é “Salve-se quem puder”. Talvez tenha lutado para atrair a atenção numa família numerosa ou, quem sabe, talvez ter visto um parente a ser subjugado por outro. Comportamento gera Comportamento (Resultado da sua atitude atual, tem a necessidade de se impor para evitar que isso aconteça consigo).
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Assertividade,
Psicologia Organizacional
Deixe de fazer o que não deseja
DEIXE DE FAZER O QUE NÃO DESEJA
Por:Por: Reinaldo Polito
Se o seu colega de trabalho costuma entrar intempestivamente em sua sala nos momentos mais impróprios, quando, por exemplo, você está cuidando de assuntos importantes, e isso o incomoda. Se a sua namorada ou namorado tem o péssimo hábito de ficar o tempo todo grudado no celular durante o jantar, sem lhe dar atenção. E você se sente mal porque não sabe como dizer a eles que essas atitudes o aborrecem tanto, está na hora de aprender a ser mais assertivo. Desenvolver uma comunicação assertiva não significa estabelecer confronto com outras pessoas, mas sim falar o que precisa ser dito, no momento certo e da forma adequada. Sendo assertivo você construirá relacionamentos mais sólidos, projetará uma personalidade mais consistente e conquistará mais atenção e admiração das pessoas.
Recentemente nosso curso de Expressão Verbal foi contratado para treinar executivos de uma multinacional no México e na Argentina. Com tanta gente boa ensinando a falar em público nesses países, me pareceu curioso sermos contratados. Mas, como a unidade deles aqui no Brasil é muito importante e o meu livro Cómo hablar bien em publico foi publicado com sucesso pela editora EDAF da Espanha, que tem forte representatividade em quase todos os países de língua espanhola, deu para compreender em parte essa contratação, mesmo sendo o treinamento realizado em inglês. O que até hoje não consegui entender muito bem foi uma proposta de trabalho curiosa e inusitada que eu e a professora Marlene Theodoro, responsável pelos cursos de técnicas de apresentação em inglês da nossa escola, recebemos de uma coach inglesa. Ela solicitou que fizéssemos um trabalho especial com um de seus clientes americanos. Percebeu agora por que achei estranha a proposta de trabalho? Uma coach inglesa contratando um profissional de um país localizado bem abaixo da linha do Equador para ensinar um americano! Ela explicou, eu fingi que entendi, mas até hoje continuo com essa interrogação.
A situação do executivo americano era preocupante. Nas pesquisas que realizara, a coach descobriu que seu cliente, responsável por várias empresas de uma grande corporação, corria o risco de perder o emprego por causa da atitude e da comunicação. O grande chefe achava que ele era muito condescendente com sua equipe de trabalho. Mesmo diante de deslizes profissionais gritantes não conseguia repreender os subordinados durante as reuniões. Ele reconheceu que essa era uma característica sua, mas que não se sentia bem chamando a atenção dos colaboradores na frente do grupo. Entretanto, para os padrões americanos não havia justificativa para esse comportamento excessivamente conciliador. Queriam que ele mantivesse contatos mais duros, ásperos, próprios da posição que ocupava. Depois de uma análise mais profunda concluímos que sua comunicação com os diretores que participavam da sua equipe precisaria passar por algumas alterações. Não poderia continuar com a passividade que o estava prejudicando aos olhos do presidente, mas também não deveria ser agressivo. Ele teria que desenvolver uma comunicação assertiva. Durante os dois dias que passamos juntos ele aprendeu como se relacionar com os subordinados de maneira clara, direta, objetiva, sem, contudo, desconsiderar os sentimentos e a posição dessas pessoas.
Essa é uma qualidade da comunicação assertiva que precisa sempre ser considerada - levar em conta os sentimentos e a posição do interlocutor.
Nada de rodar a baiana
Ser assertivo não significa sair por aí distribuindo bronca a torto e a direito. Ao contrário, quando as pessoas têm um comportamento passivo diante das situações que as incomodam, algumas podem se sentir tão pressionadas que às vezes não conseguem medir suas reações e se tornam agressivas. Mesmo sem perceber, por não ser assertivo, você pode estar sendo agressivo diante de uma atitude que o contrarie. No caso da namorada que fica o tempo todo falando ao telefone durante o jantar, embora você não diga nada com receio de magoá-la, talvez sua fisionomia denuncie um comportamento emburrado e até hostil. Se ela não souber que a atitude de falar ao telefone naquela circunstância o deixa chateado, poderá imaginar que o motivo de sua contrariedade seja outro.
Por isso, não parta para o outro extremo, repreendendo as pessoas porque não agem de acordo com sua vontade. Isso é grosseria, não assertividade. A comunicação assertiva tem por objetivo esclarecer situações obscuras, enevoadas, que por não serem discutidas de forma correta e permanecerem desconhecidas por pelo menos uma das partes podem produzir desconfortos e mal-entendidos.
Veja o caso de Carlos Roberto. Ele trabalhava como supervisor em uma loja de eletrodomésticos e vivia contrariado com as atitudes do gerente a quem estava subordinado. Todas as vezes que estavam em reunião, o gerente acabava se lembrando de algum fato passado que ridicularizava o subordinado. Um dia comentava sobre uma contratação mal-feita de um encarregado, que era tão incompetente que precisou ser dispensado dois dias depois de ter iniciado na empresa. Em outra reunião se lembrava de um plano de metas que não chegou a ser atingido por cauda de um produto que Carlos Roberto comprara e que não girou no estoque com a velocidade que precisava. Assim, entrava reunião, saia reunião e na frente de todos o gerente sempre tinha uma história do supervisor para contar e deixá-lo sem jeito diante dos colegas e dos outros empregados. E quando não havia mais casos novos, não tinha o mínimo escrúpulo de repetir histórias já comentadas. Um belo dia Carlos Roberto, não agüentando mais tanta humilhação, rebelou-se respondendo encolerizado ao seu chefe. Por muito pouco não foi demitido. Pensando melhor na discussão que tivera, chegou à conclusão que não agira de maneira correta e que precisaria mudar a forma de se comportar. Embora não soubesse, faltava a ele habilidade para se comunicar com assertividade.
A conversa certa no lugar certo
No caso do Carlos Roberto, a atitude descontrolada ficou muito longe de um comportamento assertivo. Em primeiro lugar, o local escolhido para revelar seu descontentamento não foi o mais indicado. Ele deveria falar com o gerente separadamente, sem a presença de alguém. Depois, a maneira agressiva de dizer o que o estava incomodando. Uma boa estratégia seria a de relatar, sem tom de crítica, como o comportamento do gerente se repetia reunião após reunião, como ele se sentia envergonhado diante daquela situação, pediria para que mudasse de atitude, mostrando como essa mudança o deixaria mais à vontade e, provavelmente, em condições de ser mais participativo naqueles encontros. Observe que estou sugerindo no final o uso da persuasão, já que ele ser mais participativo nas reuniões se trata de uma atitude que interessa também ao gerente. Fica claro, portanto, que comunicação assertiva não deve prescindir das técnicas de persuasão. Durante a conversa, Carlos Roberto deveria falar de maneira firme, sem hesitações.
Nessas circunstâncias é muito importante, embora seja difícil, não demonstrar nervosismo ou descontrole emocional. Se um dia você passar por situação semelhante, fale sem desviar os olhos do interlocutor, evite esfregar nervosamente as mãos, segurar a voz na garganta, ou apresentar outras demonstrações de desconforto. Eu sei que nem sempre é tão simples agir assim, mas esse é o melhor caminho a ser seguido. Você será ouvido com mais respeito se falar olhando para o interlocutor, usar um bom volume de voz, como se diz vulgarmente, “falar para fora”. Para agir assim você precisará de prática e, como já alertei, de determinação. Pratique inicialmente em situações mais simples, com pessoas mais próximas, onde as conseqüências não sejam tão graves, e à medida que for se sentindo mais experiente e descontraído atire-se em empreitadas mais complexas.
Trabalhando com os sentimentos
Talvez o aspecto mais difícil de ser trabalhado na comunicação assertiva é o sentimento. O seu e o do seu interlocutor. Por mais gentil e claro que você seja, ao dizer a uma pessoa que o procedimento dela o desagrada, poderá provocar uma atitude defensiva e, em alguns casos, até agressiva. Por isso, prepare-se para enfrentar essas reações como sendo normais e fazendo parte do processo. Tenha em mente também que nem todas as pessoas aceitarão uma conversa mais franca. O importante é saber que a situação deve ser resolvida, ou por ser errada, ou por ser injusta, ou porque o desagrada e que você agirá da forma mais eficiente que puder para não desagradar ou não tornar a outra pessoa infeliz, mas se isso vier a ocorrer, ela deverá se conscientizar de que não estava agindo de maneira adequada e encontrar dentro de si mesma o equilíbrio que precisa. Portanto, não se esqueça de que a felicidade dos outros não depende de você, mas deles mesmos.
Dentro dessa tese, tome cuidado para não imaginar desnecessariamente e de forma exagerada que a outra pessoa irá se sentir muito mal ao ouvir suas ponderações. Embora isso possa ocorrer, nem sempre acontece e quando surge a reação negativa, na maioria das vezes a intensidade é menor do que se espera.
Saiba que se acomodar em conversas superficiais, evitando esclarecer situações que o incomodam é só uma forma de adiar um confronto que no futuro terá muitas chances de ocorrer. Sem contar que embora possa existir um desconforto momentâneo, os resultados da comunicação assertiva projetarão sua imagem e sua personalidade de maneira muito mais positiva.
Analise sua munição
O que você vai fazer se a pessoa não mudar de atitude? No exemplo do Carlos Roberto, por ser um excelente funcionário e a empresa precisar muito da sua colaboração, desde que a situação fosse mesmo insuportável, ele poderia dizer que se o gerente não mudasse de comportamento pediria para que o transferissem de setor ou até que se demitiria. Mas, para agir assim tinha que estar convencido de que talvez precisasse mesmo tomar uma dessas atitudes, pedir a transferência ou se demitir. Portanto, ao concluir a conversa, nunca ameace com promessas que não possa cumprir, pois se prometer e não agir perderá a credibilidade. Nem todas as circunstâncias exigem que a conversa termine com algum tipo de decisão semelhante a essa. Na verdade esses episódios constituem a minoria das situações. No caso do Carlos Roberto, por exemplo, ele poderia esclarecer o fato com o gerente e pedir que mudasse de comportamento. E só. Ao se conscientizar de que o seu subordinado se sentia mal com seu procedimento, muito provavelmente atenderia sua solicitação.
É importante também que você não se comporte como se estivesse sendo perseguido. Esclareça o que tiver que ser esclarecido, peça o que tiver que pedir, mas nada de choradeira. Conversa assertiva não inclui essas atitudes que acabam mais por prejudicar do que promover a imagem da pessoa.
Observe os aspectos culturais
Nesta época globalizada em vivemos tome muito cuidado com as diferenças culturais. Cada povo tem uma maneira própria de se comunicar. Se você tiver de conviver com pessoas de outros países aqui ou na região deles, saiba que aquilo que pode ser ofensivo para alguns é perfeitamente normal para outros.
Há pouco tempo contei uma história que ilustra bem essas diferenças culturais. Vou transcrevê-la exatamente como a relatei no texto anterior:
Tive um aluno alemão que, depois de viver muitos anos no Brasil, não se conformava mais com algumas atitudes de seus compatriotas. Disse que certa vez receberam a visita de um diretor da empresa que viera da matriz sediada na Alemanha. Contou que depois de a sua equipe ciceronear o visitante alemão por alguns dias, pouco antes de sua partida resolveram presenteá-lo com um livro.
Ficaram sem entender quando o diretor, com toda a frieza, recusou o presente. Ao levá-lo até o aeroporto, meu aluno perguntou a ele por que não havia aceitado o livro. Ele simplesmente respondeu que agira assim porque não lhe teria utilidade e não faria nada com ele. Meu aluno, já suficientemente abrasileirado, desabafou indignado: ora Fritz (entenda Helmut se desejar), isso foi uma descortesia. Deveria ter aceitado o presente de qualquer maneira; depois, quando estivesse sozinho, poderia até jogar fora, mas não magoaria as pessoas que queriam apenas agradá-lo.
Lógico que para o Fritz (ou você preferiu Helmut?) esse teatro não fazia o menor sentido, pois na sua cultura a consideração com os sentimentos é vista de forma totalmente distinta. Mas, nessa situação, se conhecesse um pouco mais sobre nossa cultura, saberia que se agisse de maneira diferente deixaria uma impressão muito mais positiva. Da mesma maneira que se os brasileiros soubessem que a forma de agir do alemão não tinha o objetivo de desrespeitar ninguém talvez aceitassem tudo com mais naturalidade. Embora, depois de refletir bastante sobre o assunto, eu tenha concluído que esse comportamento deva ser descortesia até na terra dele. Pelo sim, pelo não, vale como exemplo.
Se você já foi para a Itália deve ter notado que, de maneira geral, os italianos costumam conversar em voz alta e gesticulando bastante. Se alguém nos tratasse dessa maneira aqui no nosso país, poderíamos nos sentir ofendidos, enquanto que para eles é bastante natural.
Em caso de dúvida, enquanto não conhecer de forma conveniente as diferenças culturais, redobre o cuidado com a comunicação assertiva quando tratar com estrangeiros.
O preço de ser assertivo
Tudo na vida tem seu preço. Ser famoso, por exemplo, tem suas vantagens, mas é comum ouvir artistas que se tornaram populares reclamarem da falta de liberdade. Dizem que não podem sair às ruas sem serem abordados pelas pessoas que querem autógrafos ou fazer perguntas pessoais. Falando em liberdade, Sartre diz que a liberdade também é uma questão de escolha. É sempre assim, para se conquistar a tranqüilidade de viver numa cidade pacata do interior, somos obrigados a deixar as oportunidades da cidade grande. Para aproveitarmos tudo o que uma metrópole nos oferece, abdicamos da tranqüilidade das pequenas cidades. Com a comunicação assertiva não é diferente. Para dizer a alguém o que precisa ser dito com o fim de esclarecer mal-entendidos, marcar sua posição, reorientar rumos, tomar partido e até afastar da vida algum desconforto ou incômodo, será preciso conviver com algumas pessoas magoadas e até enfurecidas. Lógico que com jeito, traquejo e experiência essas inconveniências vão diminuindo, mas nunca desaparecerão totalmente. Cabe a você decidir se vale ou não a pena ser mais respeitado e viver uma vida plena e enfrentar alguns pequenos dissabores, ou continuar incomodado e até infeliz só para que as outras pessoas que o estão desconsiderando não sejam perturbadas. Sei também que tentei induzi-lo com esse comentário, mas é que acredito tanto em relacionamentos mais abertos e sinceros e gostaria muito que você também experimentasse. Depois, não precisa ser assim a ferro e fogo. Com sua sensibilidade, inteligência, bom senso e capacidade de discernimento, saberá julgar quando é o momento de agir e quando deverá se resguardar. Espero que use a comunicação assertiva para que seja cada vez mais feliz e para que possa também conviver com pessoas mais felizes.
http://www.vencer.com.br/materiaCompleta.php?id=740
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Videos sobre assertividade
Vera Martins no Programa do Jô
Trabalhos de Comportamento humano que mostram a importância de ser assertivo.
http://www.youtube.com/watch?v=pAlPaviARNU&feature=related (Apresentado na aula de Psicologia Social)
http://www.youtube.com/watch?v=UoB4qzpi3ss&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=pAlPaviARNU&feature=related
Facilite seu sucesso pessoal e profissional!!! O Comportamento Assertivo produz um efeito muito positivo na conquista de seus Projetos de Vida, permitindo que você seja firme em suas convicções mas ao mesmo tempo afetuoso com as pessoas que fazem parte da sua vida. Assista e aproveite!
http://www.youtube.com/watch?v=xCuYj_syuzE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=PnOcJcGz4io&feature=related
Liderança assertiva é questão de sobrevivência (+ video)
Liderança assertiva é questão de sobrevivência
Hoje, convivendo com o paradigma "mudar é preciso", a credibilidade do líder não é mais conquistada por uma influência baseada no temor. Novos padrões indicam que a credibilidade não é imposta, ao contrário, é conquistada pela confiança que o outro deposita em você. O segredo da credibilidade está na maneira de usar o seu poder de influência.
O líder assertivo dispõe de um capital de confiança tal que o time lhe delega o poder da influência, pois, seu poder de autoridade é equilibrado com o seu poder pessoal que é baseado nas suas habilidades individuais de envolvimento e comprometimento do time. Sua força está no poder pessoal de criar vínculos com o time, de tal forma que, voluntariamente, as pessoas fazem o que o líder espera deles, porque estão comprometidos com o resultado final.
A credibilidade do líder assertivo é sustentada pela qualidade das suas relações interpessoais nas quais o time se sente confortável em concordar e discordar de suas ideias, e se sente livre para decidir quais serão suas escolhas, sem perder de vista os objetivos a serem atingidos. Estamos falando do diálogo genuíno baseado no respeito às individualidades.
Esse tipo de poder busca encontrar no espírito do outro uma disposição a algo que ele mesmo considera correto; é uma influência baseada no consentimento do outro. No diálogo, a verdade se aplica a pessoas que se comunicam tal como elas são. Assim, uma pessoa tem credibilidade quando o seu interlocutor lhe atribui o conceito de ser e parecer verdadeiro. É a comunicação assertiva.
Este é um grande desafio para a sobrevivência profissional das pessoas, pois quem é assertivo tem mais credibilidade e é mais respeitado, com chances maiores de sucesso. Mesmo correndo o risco de desagradar pessoas não assertivas, vale a pena apostar na assertividade da liderança, pois todos ganham.
O time ganha porque as pessoas:
- Expressam com tranquilidade suas opiniões, discordam entre si, sem com isso provocar inimizades.
- Discutem um problema até encontrar uma solução que atenda aos interesses de todos os envolvidos.
- Diante de um erro, procuram a causa e a solução, ao invés de procurar o culpado.
- Levam a fofoca e boato a níveis baixos.
- Sabem como está seu desempenho porque recebem feedback.
- Lidam com os conflitos como algo natural e construtivo.
- Expressam com tranquilidade suas opiniões, discordam entre si, sem com isso provocar inimizades.
- Discutem um problema até encontrar uma solução que atenda aos interesses de todos os envolvidos.
- Diante de um erro, procuram a causa e a solução, ao invés de procurar o culpado.
- Levam a fofoca e boato a níveis baixos.
- Sabem como está seu desempenho porque recebem feedback.
- Lidam com os conflitos como algo natural e construtivo.
A empresa ganha, porque a assertividade na liderança reduz as tensões entre as pessoas, acelera a solução de problemas e contribui ao aumento da produtividade. E por que não falar do cliente? É claro que a qualidade final do produto ou serviço é impactada positivamente por um clima organizacional ético e focado em resultados.
Dicas de uma liderança assertiva:
• É contra rodeios e conversas improdutivas. Por isso, expressa suas ideias, sentimentos e necessidades com naturalidade, clareza e objetividade.
• É contra disfarces e dissimulações. Por isso, é transparente nas suas intenções, deixando o time seguro e confiante para cumprir sua missão.
• É contra a centralização do poder. Por isso, compartilha com o time o planejamento das metas a serem atingidas e juntos buscam alternativas de solução.
• É contra a negatividade. Por isso, olha as ameaças com cautela e proatividade, transformando-as em oportunidades.
• É contra a inflexibilidade e rigidez do pensamento, a intolerância e ser o "dono da verdade". Por isso ele sabe ouvir seu time e quando alguém mostra uma opinião diferente e mais eficaz que a sua, não hesita em mudar de opinião e aderir à idéia do time, sem perder sua autoridade.
• É contra preconceitos que levam ao privilégio de uns e desfavorecimento de outros no time. Por isso, faz análise imparcial das situações, baseando-se em fatos e dados como sustentação de suas decisões.
• É contra depreciar pessoas, e por isso, quando precisa, sabe ser firme, sem ferir as pessoas, usando uma linguagem que foca o comportamento inadequado e não a pessoa.
• É contra o desperdício do seu tempo. Por isso, ele é focado e determinado, e vai até o fim, dando-se por satisfeito quando o problema é solucionado definitivamente, evitando assim, o retrabalho.
• É contra rodeios e conversas improdutivas. Por isso, expressa suas ideias, sentimentos e necessidades com naturalidade, clareza e objetividade.
• É contra disfarces e dissimulações. Por isso, é transparente nas suas intenções, deixando o time seguro e confiante para cumprir sua missão.
• É contra a centralização do poder. Por isso, compartilha com o time o planejamento das metas a serem atingidas e juntos buscam alternativas de solução.
• É contra a negatividade. Por isso, olha as ameaças com cautela e proatividade, transformando-as em oportunidades.
• É contra a inflexibilidade e rigidez do pensamento, a intolerância e ser o "dono da verdade". Por isso ele sabe ouvir seu time e quando alguém mostra uma opinião diferente e mais eficaz que a sua, não hesita em mudar de opinião e aderir à idéia do time, sem perder sua autoridade.
• É contra preconceitos que levam ao privilégio de uns e desfavorecimento de outros no time. Por isso, faz análise imparcial das situações, baseando-se em fatos e dados como sustentação de suas decisões.
• É contra depreciar pessoas, e por isso, quando precisa, sabe ser firme, sem ferir as pessoas, usando uma linguagem que foca o comportamento inadequado e não a pessoa.
• É contra o desperdício do seu tempo. Por isso, ele é focado e determinado, e vai até o fim, dando-se por satisfeito quando o problema é solucionado definitivamente, evitando assim, o retrabalho.
Essa postura coerente e verdadeira desenvolve no time a confiança e a vontade de estar junto do líder. A opção por uma postura assertiva, na qual se busca soluções ganha-ganha, é uma forma inteligente de usar seu poder de influência. No final, o líder assertivo ganha parceiros comprometidos com os resultados do time. E você, é um líder assertivo? Mas lembre-se: antes de ser um líder assertivo você precisa ser uma pessoa assertiva.
http://www.rh.com.br/Portal/ Lideranca/Artigo/6110/ lideranca-assertiva-e-questao- de-sobrevivencia.html
Vídeo da autora no youtube (Programa do Jô): http://www.youtube.com/watch?v=XrLzh2jpVHs
Vídeo da autora no youtube (Programa do Jô): http://www.youtube.com/watch?v=XrLzh2jpVHs
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Você é uma pessoa assertiva ?
VOCÊ É UMA PESSOA ASSERTIVA? |
No dicionário Aurélio, a palavra assertiva significa afirmação, ou seja, para uma pessoa ser assertiva ela precisa ter uma postura afirmativa. É importante não confundir o termo assertivo com acerto, que está relacionado com ato ou efeito de acertar. Quando conversamos com as pessoas, nós emitimos três tipos de comportamentos diferentes: somos agressivos quando desrespeitamos, xingamos, ironizamos, causando uma forte impressão negativa e mais tarde nos arrependemos; somos passivos quando não dizemos o que pensamos e não colocamos nossa opinião, buscando a resposta apropriada depois que a oportunidade passou [eu devia ter dito... ou eu devia ter feito...], gerando sentimentos de insegurança, ansiedade e insatisfação. Essas duas primeiras categorias de comportamentos provocam sensações desagradáveis e são associadas a diversos problemas no relacionamento interpessoal, bem como, a problemas que afetam a saúde como tristeza, estresse ou ansiedade, conseqüências de não falarmos o que queremos ou o que pensamos. A terceira forma, de agir se chama comportamento assertivo. A pessoa que consegue agir em seus próprios interesses, a se afirmar sem ansiedade elevada, a expressar sentimentos sinceros sem constrangimento, exercitar seus próprios direitos sem negar os alheios, é considerada assertiva. Quando somos assertivos nos sentimos bem pela convicção de termos feito aquilo que acreditamos e achamos justo, considerando nossos interesses pessoais e, ao mesmo tempo, respeitando os direitos das outras pessoas. A assertividade não deve ser confundida com egoísmo, que é um comportamento visando apenas a vantagem de quem o faz e não considera os direitos dos demais. As atitudes assertivas são compostas por: olhar nos olhos; manter um tom de voz apropriado [nem muito alto, nem sussurros]; gestos e posição do corpo são direcionados a quem nos ouve [sem gestos exagerados nem corpo rígido]; o conteúdo da conversa deve ser respeitoso, porém firme, escolhendo lugar e hora apropriada. É necessário ficarmos atentos a algumas pessoas insatisfeitas com atitudes assertivas [principalmente as que não respeitam nossos direitos], pois elas se empenharão em nos manipular para sermos passivos ou agressivos. Não devemos ceder a essas pessoas, devemos manter a firmeza. Aparentemente é muito difícil reunir todos esses componentes, mas essas ações surgem naturalmente quando somos assertivos, já que ficamos a vontade por dizer o que pensamos e sentimos sem agredir ou ser agredido. A assertividade não é uma fórmula mágica para uma vida perfeita, mas é uma característica bastante valorizada e saudável. No meio organizacional, acadêmico e na vida social facilita nossas relações e o trabalho com as pessoas, graças às ações mais diretas e objetivas que a assertividade propicia. Aqueles interessados em aprender o comportamento assertivo podem fazer um treinamento com um psicoterapeuta cognitivo-comportamental. Esse trabalho é feito no consultório e estendido na prática do dia-a-dia através de exercícios, no qual o cliente é orientado pelo terapeuta passo a passo a se comportar assertivamente. As conseqüências deste trabalho aparecem com a diminuição da ansiedade, a melhora da auto-estima e o melhor relacionamento com as pessoas, tanto na profissão como com amigos e familiares. Contribuição: CRP13 Texto de responsabilidade do autor. Glauco Barbosa de Araújo Psicólogo Clínico Cognitivo-Comportamental Pós-Graduado em Psicologia Cognitivo-Comportamental |
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A atitude acertada e a postura assertiva
A ATITUDE ACERTADA E A POSTURA ASSERTIVA
Consultor de Plantão nº 42
Ainda é freqüente encontrar pessoas que não conseguem estabelecer bem a distinção entre cultivar uma postura assertiva e buscar o acerto nas suas atitudes. Sem ter essa distinção muito clara na cabeça elas podem estar misturando estações e perdendo excelente oportunidade de transformar seus relacionamentos em algo bem mais gratificante.
* Luiz Roberto Bodstein
"Achei essa sua decisão bastante assertiva! Acho que foi a melhor coisa mesmo que você podia ter feito!" - A frase, dita após uma situação em que a outra pessoa havia sido apoiada na decisão que estava sendo objeto de análise, mostra uma confusão muito mais comum do que se pensa: confundir uma atitude acertada (com c) com uma postura assertiva (com ss). A diferença mais óbvia - evidenciada até na grafia - é que a primeira diz respeito a uma determinada ação que, entre outras alternativas, demonstra ser a que se apresentou com maior probabilidade deacerto; enquanto que a segunda não se refere a uma ação pontual, mas a uma postura - ou comportamento - adotado por alguém no trato com as demais pessoas. A atitude acertada pode ser casual ou intencional, mas sempre será momentânea. É traduzida por uma ação que acontece em determinado momento. Mas quando se fala em atitude assertiva não estamos nos referindo a um ato: a palavra atitude, aqui, traduz-se por postura, que tem característica de continuidade, atemporal.
E as diferenças não ficam só por aí. Ao longo de um determinado período uma pessoa pode ter dezenas ou até centenas de atitudes acertadas sem que cultive, necessariamente, uma postura assertiva. E a recíproca também é verdadeira: uma pessoa que desenvolveu uma postura inegavelmente assertiva ao longo de toda a sua vida pode, até com alguma freqüência, cometer erros no trato com as demais, já que ser assertivo não representa, necessariamente, não errar ao lidar com os outros.
Bem, aqui cabe abrirmos um parêntese para deixar uma questão bem clara: a assertividade tem por princípio o objetivo de restringir ao mínimo possível as situações de conflitos entre pessoas, e quem a adota como premissa do seu comportamento interpessoal vai, evidentemente, reduzir substancialmente as chances de cometer falhas graves com quem convive. Isto porque implica em incorporar características como a transparência, a responsabilidade com o que se envolve, a aceitação das diferenças e dificuldades individuais, a coerência e a busca permanente de clareza nas comunicações que estabelece, o que dificilmente deixa dúvidas quanto ao que a pessoa pensa, o que fala ou como age.
É muito raro se ter surpresas partindo de alguém que adota uma postura assertiva nos seus posicionamentos interpessoais. Mas isso não as livra de serem mal compreendidas, de gerarem incompatibilidades ou até inimizades apesar de todos os seus esforços para agirem da forma mais positiva possível. Pessoas excessivamente indisciplinadas ou que não aceitam críticas de qualquer espécie podem se transformar em ferrenhos desafetos ou permanentes "puxadores de tapete", por exemplo, de um líder assertivo. Isto porque ele estará sempre preocupado em que seus liderados saibam o que espera deles e o que pensa de seus desempenhos, e não hesitará em exaltar qualidades e apontar desvios, usando tanto ações de reconhecimento de mérito quanto sanções para atingir o resultado que acredita ser o melhor para todos. Por isso pode ser acusado de usar rigor demais pelos menos empenhados, e daí as resistências e contraposições. A atitude acertada e mais comum do líder assertivo, por exemplo, será oferecer todas as informações e ajuda para o liderado com baixo desempenho para que ele se corrija, mas se perceber que este se mostra reincidente e refratário a todas as tentativas de melhoria, não terá contemplação em afastá-lo antes que contamine o restante da equipe e comprometa todo o sistema.
Então, através desse exemplo, fica bem mais fácil constatar a diferença entre os dois conceitos: no caso do lider assertivo que "detona" o funcionário que não se enquadra, esta atitude poderá ser considerada acertada ou não, dependendo do grau de envolvimento ou posicionamento de cada um na questão. Mas mesmo quando eventualmente uma ação sua não seja naquele momento considerada a mais acertada, ao longo do tempo o lider assertivo tende a conseguir mais e mais adesões, e o respeito que angaria junto às pessoas - uma vez conquistado - passa a ser a tônica do convívio, e todos se entenderão de forma muito mais ampla, com certeza. Principalmente porque uma das característica da liderança assertiva é não lidar com as questões de forma emocional, mas agir sempre com ponderação e estabelecer critérios muito claros para todas as situações em que se envolve.
Fica então bem mais claro que não é o acerto, mas sim a assertividade que se deve buscar sempre para tornar as relações mais fáceis. Se você ainda não sentiu a diferença, cuidado: em vez de assistir ao concerto, você acabará tendo é de assistir ao conserto do seu piano!
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O que é Assertividade (+ video)
| O que é Assertividade | ||
| Seja Assertivo, Vera Martins, 2005, Editora Campus, pag 21 | ||
| O que é assertividade? O termo assertividade origina-se de asserção. Fazer asserções quer dizer afirmar, do latim afirmare, tornar firme, confirmar e declarar com firmeza. (...) A postura assertiva é uma virtude, pois se mantém no justo meio-termo entre dois extremos inadequados, um por excesso ( agressão), outro por falta (submissão). O significado de assertividade tem sido distorcido, promovendo resistência nas pessoas. Muitos entendem que ser assertivo é ter apenas uma comunicação sincera e objetiva, sentido-se com o direito de dizer muitos "nãos" e poucos "sims" aos outros, "doa a quem doer e custe a quem custar". (...) No ambiente profissional, o perfil assertivo é cada vez mais valorizado, principalmente num mercado de mudanças contínuas, que exige decisões objetivas e focadas nos resultados esperados e que considera relevante a construção de parcerias. A técnica assertiva "aposta" na mudança de comportamento passivo ou agressivo para um comportamento maduro e honesto, adaptado a todos os tipos de personalidade. O comportamento assertivo é ativo, direto e honesto, transmitindo uma impressão de auto-respeito e respeito pelos outros. (...) Uma pessoa assertiva vence pela influência, atenção e negociação, oferecendo ao outro a opção pela coorperação. Não oferece retaliações e estimula a comunicação de mão dupla. (...) Ser assertivo é dizer "SIM" e "NÃO" quando for preciso. (...) Para se tornar uma pessoa assertiva, você precisa se fortalecer com as atitudes que chamamos de base para comportamento assertivo. Sem elas, é impossível desenvolver uma comunicação em que você afirma seu eu sem massacrar o eu do outro. * AUTO ESTIMA: origina-se da imagem que você tem de si mesmo. É a sua reputação vista por seus próprios olhos. É o que você pensa e sente sobre si mesmo. A qualidade da auto-estima depende de você. Depende a aceitação, da confiança e do respeito que você tem por si mesmo. * DETERMINAÇÃO: é uma energia que faz você ter coragem para ir em frente e não desistir perante os obstáculos. É ter foco e clareza sobre onde quer chegar. * EMPATIA: é colocar-se no lugar do outro mentalmente e sentir o que o outro está sentindo numa determinada situação. Somente pessoas maduras conseguem estabelecer empatia. * ADAPTABILIDADE: é adequar seu estilo de comunicação e entrar em sintonia com seu interlocutor, seja uma criança, seja um idoso, tenha nível cultural alto ou baixo. * AUTOCONTROLE: é assumir que o ser humano é bastante emocional e usar da racionalidade para gerenciar as emoções, não perdendo o controle das situações. * TOLERÂNCIA À FRUSTRAÇÃO: é aceitar que não podemos só ouvir sins, pois exitem os nãos que são pertinentes e justos. Isto significa aceitar a diversidade humana. * SOCIABILIDADE: é gostar de estar com pessoas, é se preocupar com o bem-estar do outro assim como o seu próprio. É tratar as pessoas com naturalidade e sem idéias preconcebidas. Além dessas atitudes, existem três condições para ser assertivo: 1. Saber o que quer e aonde quer chegar 2. Partir de um pensamento positivo 3. Ser proativo para atingir os resultados http://www.barrichelo.com.br/biblioteca/trechos/trechos.asp?id=117 Entrevista da autora no youtube (Programa do Jô): http://www.youtube.com/watch?v=XrLzh2jpVHs |
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